ZTE nega rumores sobre venda do negócio de smartphones com participação da ByteDance
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ZTE nega rumores sobre venda do negócio de smartphones com participação da ByteDance

A ZTE negou oficialmente os relatos sobre planos de transferir sua divisão de produção de smartphones para uma joint venture com uma grande empresa de internet e investidores estatais locais. Esses rumores surgiram em meio a especulações online que apontavam a ByteDance como parceira potencial.

A ZTE informou ao veículo The Paper em 3 de novembro que tais relatos divergem significativamente da situação real e declarou seu direito de entrar com um processo judicial.

De acordo com os dados divulgados, a proposta supostamente envolvia a criação de uma nova empresa através da consolidação das operações da ZTE no setor de telefonia móvel. Embora o comunicado de imprensa não tenha nomeado a empresa de internet, as discussões nas redes sociais apontavam a ByteDance como participante provável.

Vale ressaltar que as duas empresas já colaboram no desenvolvimento de smartphones utilizando inteligência artificial. Juntas, lançaram o modelo Nubia NaviX Ultra em 16 de setembro, equipado com o assistente Doubao Phone Assistant. Este dispositivo inclui agentes de IA de nível de sistema projetados para executar tarefas em vários aplicativos.

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De acordo com os dados de registro de marcas comerciais publicados pela IT Home em 4 de novembro, a Huawei apresentou um pedido de registro da marca comercial OSTA. Este sinal é destinado a vários produtos, incluindo smartphones, tablets, óculos inteligentes e chips.

Este pedido coincide com relatos de que a Huawei está preparando uma nova submarca para smartphones chamada Xingmang em chinês, sendo que OSTA será usada como seu nome em inglês.

Analistas de tecnologia chineses descobriram o modelo de telefone OSTA O1 Pro. A imagem suposta da embalagem deste modelo indica uma configuração com 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento. Além disso, a Huawei solicitou o registro da marca comercial Xingmang. Atualmente, a empresa não anunciou oficialmente nem a marca nem seus primeiros dispositivos.

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A Samsung demonstra interesse em aplicar sua tecnologia de telas dobráveis em outras categorias de dispositivos móveis. Rumores atuais sugerem que a empresa sul-coreana progrediu no desenvolvimento de um tablet dobrável que apresentaria uma tela de 17 polegadas.

De acordo com informações vazadas, o aparelho, quando estiver fechado, teria dimensões próximas às do Galaxy Z Fold 8 aberto, que mede 8 polegadas. O GSMArena relatou que os primeiros indícios deste projeto surgiram no final de agosto, quando a fonte mencionou o desenvolvimento de um dobrável de 17 polegadas pela Samsung.

Existem diferentes especulações sobre como essa dobra será implementada. Uma opção seria utilizar uma única tela de 17 polegadas que dobraria em um sentido inverso ao usual em smartphones, desativando um dos lados. Neste arranjo, a tela ficaria sempre visível, o que poderia aumentar o risco de danos em caso de queda.

Alternativamente, a construção poderia seguir o modelo de celulares, contando com uma tela principal grande na parte interna e um segundo display externo com cerca de 8 polegadas. No entanto, não foram divulgados detalhes técnicos nem uma data prevista para o lançamento comercial.

Esta concepção não é inédita na Samsung. Em 2021, durante a SID Display Week, a Samsung Display, a unidade responsável pelas telas da corporação, exibiu um conceito de dispositivo equipado com um painel OLED dobrável de 17 polegadas e proporção 4:3.

Este protótipo era capaz de operar totalmente aberto ou parcialmente dobrado, em uma configuração similar à de um notebook. A tecnologia continuou sendo mostrada em demonstrações pela divisão nos anos subsequentes. Em 2023, surgiram especulações sobre um potencial Galaxy Z Tab. Anteriormente, a companhia havia lançado o Galaxy View, um 'tablet dobrável' que possuía apenas uma tela.

O provável tablet surge em um período em que a Samsung está explorando novos formatos para sua linha de dispositivos dobráveis. A geração atual inclui o Galaxy Z Fold 8, no formato passaporte, e o Galaxy Z Fold 8 Ultra, que preserva o design alongado das versões anteriores.

Vazamentos recentes também indicam o planejamento de uma nova geração mais ampla para 2027. Espera-se que a Samsung lance o Galaxy Z TriFold 2 e um terceiro modelo da família Galaxy Z Fold 9, que poderá ser uma versão mais larga ou apresentar configurações mais simples.

Essa expansão ocorre paralelamente ao lançamento do iPhone Duo, o primeiro smartphone dobrável da Apple. Sob a direção de John Ternus, a empresa também pode introduzir outros modelos dobráveis nas futuras gerações.

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A Samsung está prevista para diminuir em aproximadamente 20% a fabricação de seus telefones da linha Galaxy A durante o quarto trimestre de 2026, em relação ao volume inicialmente previsto. Essa decisão é motivada pelo forte crescimento nos valores dos chips de memória, o que elevou os custos de produção tanto dos smartphones de entrada quanto dos intermediários.

De acordo com relatos da imprensa sul-coreana, os fornecedores da Samsung já foram notificados sobre essa diminuição nos pedidos de componentes. Estima-se que esse corte possa resultar em cerca de dez milhões de aparelhos a menos produzidos ao longo de 2026. Além disso, fontes do setor indicam que a produção da mesma linha em 2027 também deverá cair em cerca de 10%.

Anualmente, a empresa distribui entre 230 e 240 milhões de celulares, conforme dados do GSMArena, sendo que aproximadamente 70% desse total pertence à linha A, que engloba modelos como Galaxy A17, A37 e A57. A causa primária para este ajuste na produção permanece sendo o encarecimento dos componentes, particularmente os chips de memória RAM e de armazenamento.

Informações da indústria revelam que os módulos de memória podem agora representar mais da metade do custo de fabricação de certos telefones básicos, o que diminui a margem de lucro obtida com dispositivos mais acessíveis. Outros elementos, como PCBs e MLCCs, também estão sob maior pressão de demanda devido à expansão da infraestrutura voltada para Inteligência Artificial. As fontes do setor ainda sugerem que futuras versões mais baratas poderão ter ajustes em telas e câmeras para absorver os custos crescentes, além de serem lançadas com preços mais altos.

Embora a Samsung fabrique suas próprias memórias, a companhia estaria dando preferência aos componentes e à capacidade produtiva destinados a aparelhos de maior valor, como os modelos das séries Galaxy S e Galaxy Z, que proporcionam margens de lucro superiores.

O impacto do aumento de custos já é visível nos preços praticados pela Samsung no Brasil. Modelos da linha Galaxy A tiveram reajustes nos últimos meses, chegando a dobrar o preço inicial. Um exemplo é o Galaxy A07 4G de 256, cujo valor subiu de R$ 1.099 em setembro de 2025 para R$ 2.299 na loja oficial da Samsung. Outros modelos, incluindo versões do Galaxy A07, A17, A27, A37 e A57, também sofreram aumentos que atingiram 50% do preço original. Até a série premium foi afetada, com a família Galaxy S26 apresentando aumentos de até R$ 1.300.

Apesar dos reajustes, a categoria intermediária mantém sua posição como líder de vendas da marca no Brasil, figurando entre os três aparelhos mais vendidos no país. Essa pressão sobre os modelos de menor custo acompanha uma alteração no comportamento do consumidor. Em fevereiro, a consultoria Gartner previu que, com o aumento dos preços das memórias e, consequentemente, dos celulares, os consumidores tenderiam a realizar menos trocas de aparelhos.

Análises de outras empresas de consultoria, como Omdia e Counterpoint Research, também demonstram um crescimento na fatia de mercado de smartphones de preço mais elevado e apresentam previsões preocupantes para os modelos mais baratos. Segundo essas consultorias, o cenário atual pode beneficiar smartphones topo de linha de gerações passadas, quando vendidos em promoções ou no mercado de usados. A crise também tem influenciado lançamentos recentes e a procura por linhas como o iPhone 18 Pro.

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