Leapmotor registra recorde de vendas em outubro e avança em direção à meta de um milhão de veículos no ano
Leia mais
AutoPapo
autopapo.com.br

Leapmotor registra recorde de vendas em outubro e avança em direção à meta de um milhão de veículos no ano

A Leapmotor alcançou um novo recorde de vendas durante o mês de outubro, aproximando-se significativamente da meta de comercializar um milhão de automóveis até 2026. A montadora chinesa de veículos eletrificados, que possui parceria com a Stellantis, entregou 106.127 unidades globalmente em outubro, representando um aumento de 51% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Este foi o quarto mês consecutivo em que a empresa ultrapassou a marca de 100 mil carros vendidos.

Acumulando dados de janeiro a outubro, as vendas totalizaram 772.666 veículos, o que configura um crescimento de 65,9% quando comparado ao período correspondente de 2025. Apesar desse desempenho robusto, atingir a meta de um milhão ainda requer um esforço adicional. Para concretizar esse objetivo, a Leapmotor necessita vender mais 227.334 carros nos meses de novembro e dezembro, o que implica uma média mensal de 113.667 unidades, superando o recorde estabelecido em outubro.

Além disso, a marca está se preparando para outro marco importante: segundo informações da própria companhia, o veículo de número 2 milhões deverá ser introduzido na linha de produção em novembro. Até o final de outubro, as entregas acumuladas ao longo de toda a história da Leapmotor já excediam 1,9 milhão de unidades.

A expansão internacional da marca é facilitada pela Stellantis, que detém 51% da Leapmotor International. Esta joint venture possui o direito exclusivo de produzir e vender os carros da Leapmotor fora do mercado chinês. Na Europa, a produção em série do SUV B10 teve início em outubro, na fábrica da Stellantis localizada em Zaragoza, na Espanha. A Leapmotor também mantém uma unidade de módulos de bateria em Mallén, também situada no mesmo país europeu.

Em outubro, a marca apresentou os modelos A05 e o SUV D19 no Salão de Paris, onde ambos os veículos tiveram sua estreia no continente europeu. No Sudeste Asiático, especificamente na Tailândia, o SUV compacto A10 foi lançado no dia 30 de outubro. Já no Brasil, onde a entrada da Leapmotor ocorreu no final de 2025 através da Stellantis, a empresa comercializa os SUVs C10 e B10. Em outubro, o modelo B10 recebeu uma nova versão equipada com extensor de autonomia, na qual o motor a combustão serve apenas para gerar eletricidade para a bateria, sendo oferecida por R$ 179.990 em promoção.

Histórias semelhantes

Maruti Suzuki estabelece recorde de vendas em outubro, vendendo 276 mil carros
Leia mais
www.aajtak.in

Maruti Suzuki estabelece recorde de vendas em outubro, vendendo 276 mil carros

A Maruti Suzuki demonstrou novamente seu domínio no mercado automotivo indiano. A empresa estabeleceu um novo recorde de vendas, atingindo o maior índice de sua história em outubro de 2026. Aproveitando a crescente demanda dos compradores durante a temporada festiva, a Maruti Suzuki comercializou 276.120 veículos em um único mês.

Um ponto notável é que as vendas domésticas da empresa ultrapassaram pela primeira vez a marca de 200 mil unidades, atingindo o nível de 216.789 unidades. Além disso, houve um crescimento significativo nas exportações.

Outubro foi um mês especial para a Maruti Suzuki. Em outubro de 2025, a empresa vendeu 220.894 carros, enquanto neste ano esse número aumentou para 276.120 unidades. Isso representa um aumento de 25% em comparação com o mesmo período do ano passado. O volume de vendas, próximo a meio milhão de unidades, demonstra claramente o alto nível de confiança dos consumidores na Maruti Suzuki.

No que diz respeito ao mercado interno, a Maruti Suzuki também estabeleceu um novo recorde em outubro. Neste mês, a empresa vendeu 216.789 veículos, incluindo veículos comerciais leves. Em outubro do ano passado, o volume de vendas no mercado interno era de 180.675 carros, o que indica um crescimento das vendas internas de 20% em termos anuais.

Anteriormente, o maior índice de vendas domésticas foi registrado em julho de 2026, quando foram vendidos 200.123 unidades. O resultado de outubro superou este máximo anterior em cerca de 8%. Enquanto isso, em setembro, a empresa vendeu 185.252 unidades e em agosto, 180.078 unidades, indicando um crescimento contínuo na demanda e nas vendas de carros da Maruti mês a mês.

O principal motor do crescimento das vendas da Maruti Suzuki em outubro foi o segmento de veículos utilitários esportivos, ou SUV. Nesta categoria, a empresa comercializou 97.787 carros, um aumento de 26% em relação a outubro do ano passado. Em setembro de 2026, foram vendidos 78.911 unidades neste segmento, o que indica um aumento nas vendas de SUVs de cerca de 24% em apenas um mês.

Os carros desta categoria incluem os modelos Maruti Brezza, Ertiga, Francs, Victoris e Grand Vitara. Vale notar que entre julho e setembro, as vendas de veículos utilitários permaneceram relativamente estáveis: 78.851 unidades foram vendidas em julho e 78.911 em setembro. Portanto, a aceleração das vendas em outubro é muito importante para a empresa.

Apesar do foco nos SUVs, a popularidade dos carros pequenos e hatchbacks da Maruti também se mantém. As vendas nos segmentos de mini, compacto e médio cresceram. Em outubro, a empresa comercializou 100.877 unidades nestes segmentos, um aumento de 18% em relação ao ano passado. Também foi observado um aumento de cerca de 10% em comparação com setembro, quando foram vendidas 91.887 unidades. As vendas da van Eeco foram de 13.720 unidades, permanecendo aproximadamente no mesmo nível.

As estatísticas de vendas da Maruti Suzuki mostram que os consumidores estão cada vez mais recorrendo aos SUVs. O volume de vendas de carros de passageiros no mercado interno atingiu cerca de 212.384 unidades, sendo que a participação do segmento de SUV nisso foi de cerca de 46%, destacando o alto apelo dos veículos utilitários da Maruti.

Além do mercado interno, a demanda por carros da Maruti Suzuki está crescendo em mercados estrangeiros. Em outubro de 2026, a empresa exportou 49.872 carros, enquanto em outubro de 2025 esse número era de 31.304 unidades. Assim, as exportações demonstraram um impressionante crescimento anual de 59%.

O ano fiscal de 2026-27 também foi marcado por resultados brilhantes para a Maruti Suzuki no período de abril a outubro. Nestes sete meses, a empresa vendeu um total de 1.655.498 carros. Em comparação com o mesmo período de sete meses do ano passado, quando foram vendidos 1.299.629 unidades, o volume total de vendas cresceu 27%. Durante este período, as vendas totais, incluindo entregas a outras empresas no mercado interno, somaram 1.372.771 unidades, contra 1.060.866 unidades no ano anterior. As exportações também aumentaram em 18%, atingindo 282.727 unidades.

Carros Maruti Suzuki dominam o mercado indiano, superando concorrentes no primeiro semestre de 2027
Leia mais
www.aajtak.in

Carros Maruti Suzuki dominam o mercado indiano, superando concorrentes no primeiro semestre de 2027

Os primeiros seis meses do ano fiscal de 2027 foram muito bem-sucedidos para o mercado de automóveis de passageiros na Índia. O volume total de vendas dos 10 principais modelos ultrapassou 1,101 milhão de unidades. No mesmo período do ano passado, foram vendidos 8,66 milhões dessas dez unidades, o que representa um aumento de vendas de 2,34 milhões de unidades em seis meses, ou um crescimento de 27,13% ano a ano.

Os SUVs predominam na lista dos 10 principais, ocupando cinco posições. As posições restantes são ocupadas por três hatches, um MPV e um sedã.

Seis modelos no top 10 pertencem à Maruti Suzuki. O modelo mais vendido foi o sedã Maruti Suzuki Dzire, que superou todos os outros tipos de carroceria. Nos primeiros seis meses do ano fiscal atual, foram vendidos 125.988 unidades do Dzire. No ano passado, a empresa vendeu 108.006 desses carros, demonstrando um crescimento nas vendas deste modelo de 16,65% ano a ano. O Maruti Suzuki Dzire está disponível a partir de um preço inicial de 6,30 lakh de rupias para a versão com motor de combustão interna (gasolina) e CNG.

Além disso, o Tata Punch alcançou o segundo lugar em vendas, atingindo um volume de 123.287 unidades no primeiro semestre de 2027. Na terceira posição está o Maruti Suzuki WagonR, que vendeu 116.029 unidades neste período. A lista também inclui o Maruti Suzuki Ertiga, o único MPV, que vendeu 112.557 unidades em seis meses. Também consta na lista o segundo modelo da marca Tata Nexon, que vendeu 111.919 unidades no primeiro semestre do ano fiscal.

O Maruti Suzuki Fronx ocupa a sexta posição com vendas de 110.135 unidades. O Maruti Suzuki Swift vendeu 109.332 unidades, e o Maruti Suzuki Baleno — 108.569 unidades nos primeiros seis meses. Na nona posição está o Mahindra Scorpio (Classic + N), que vendeu 93.488 unidades no primeiro semestre de 2027. O décimo lugar foi ocupado pelo Hyundai Creta, que vendeu 89.727 unidades. Vale ressaltar que as vendas do Creta no ano passado foram de 99.345 unidades, o que é a única queda de vendas na lista geral.

Análise das diferenças na oferta de modelos automotivos entre Argentina e Brasil
Leia mais
flatout.com.br

Análise das diferenças na oferta de modelos automotivos entre Argentina e Brasil

A Ford iniciou a comercialização do modelo Everest na Argentina em 2025. Este SUV de sete lugares baseia-se na Ranger, seguindo a mesma linha de desenvolvimento da Toyota SW4 e da Chevrolet Trailblazer, que são derivadas, respectivamente, da Hilux e da S10. Embora ambos os modelos sejam vendidos no Brasil, a Everest não está disponível no mercado brasileiro, apesar de o Brasil possuir um mercado significativamente maior e ser um grande comprador da Ranger.

Os fabricantes frequentemente disponibilizam uma gama mais vasta de veículos no país vizinho. Um exemplo é a Toyota, que comercializa o GR86 na Argentina, mas não no Brasil. Da mesma forma, o Fiat 600 híbrido é oferecido aos argentinos, assim como ocorreu anteriormente com o 500X, que foi exibido no Salão do Automóvel de São Paulo, mas jamais foi vendido no Brasil. Enquanto o Brasil manteve o Land Cruiser FJ (que foi naturalizado como Bandeirante) por 40 anos, os argentinos já possuíam os modelos Land Cruiser mais recentes e receberam pelo menos três gerações do Celica.

Essa diversidade de modelos não era exclusiva da Toyota. Durante o período de 1990 a 1998, o autor passou todos os verões no litoral catarinense, destino popular dos argentinos nos meses quentes. Apesar da vasta costa platina, as águas são frias e as praias são consideradas ruins, o que motivava a viagem de carro vinda do Brasil.

Nesse período, era comum encontrar carros com placas pretas antigas, cujos caracteres pareciam ter sido pintados manualmente. Os modelos mais vistos eram Peugeot 504 diesel, com traseira inclinada, e também alguns 505. Os Renault predominantes eram os R18, embora houvesse alguns R9 circulando. Na Ford, os mais comuns eram o Falcon dos anos 80 e os Sierra com motor diesel. Também havia Versailles, conhecidos como Galaxy, e Volkswagen Voyage, que eram chamados de Senda (ou Gacel, em modelos mais antigos). Citroën apresentava os modelos BX e ZX, muitos deles a diesel. Embora esses veículos estivessem geralmente mal conservados e com pintura opaca, eles representavam uma enorme variedade, distinta do cenário brasileiro nos primeiros anos de importação.

Por volta de 2003 ou 2004, o autor costumava pesquisar veículos no Mercado Libre, a plataforma argentina de classificados. Foi nesse momento que descobriu que os argentinos tiveram acesso a esportivos como Renault Fuego Turbo, Clio Williams, e Peugeot 205 GTI. Além disso, eles também tiveram o Mégane Coupé de primeira geração, o Toyota Celica mencionado, Peugeot 207 GTI e outros modelos que não chegaram ao Brasil, mesmo com os portos abertos.

O autor ressaltou a disparidade, citando que enquanto a Renault vendia Twingo em cores simples, os argentinos dispunham do Clio Williams. Essa diferença não se limitava apenas aos modelos; muitas vezes, os argentinos tinham versões de carros comprados no Brasil que não eram oferecidas localmente. Por exemplo, o Volkswagen Bora era vendido na Argentina com motor 1.8 Turbo de 180 cv, enquanto no Brasil era apenas o 2.0 aspirado. Na geração subsequente, os argentinos tiveram o Jetta (nomeado Vento na Argentina) equipado com motor 2.5 de cinco cilindros e câmbio manual, configuração mantida na sexta geração. Outro caso é o Chevrolet Astra GSi, que possuía um 2.4 16V de 150 cv na Argentina, contra o 2.0 16V de 136 cv usado no Brasil. Mais recentemente, os argentinos puderam adquirir o Focus de terceira geração com motor 2.0 Duratec e câmbio manual, combinação que a Ford não disponibilizou no Brasil.

A diferença persiste até hoje, embora tenha diminuído. A Toyota oferece o GR86, o GR Yaris e o Land Cruiser 300, além de sua linha de modelos fabricados no Mercosul. Embora o Brasil tenha o GR Corolla, este não é vendido na Argentina, e o GR Yaris foi recebido recentemente, mas o cupê de tração traseira permanece indisponível no Brasil, apesar de estar na segunda geração e ser vendido aos argentinos desde os tempos do GT86.

A Fiat segue um padrão semelhante, tendo tido o 500X e o 500L, que nunca chegaram ao Brasil, e agora incorporou o novo 600 Hybrid. No Brasil, existem o Pulse e o Fastback. Embora sejam produtos de qualidade, eles atendem a propostas distintas.

É importante notar que nem todos os fabricantes expandem sua oferta na Argentina. A indústria brasileira é maior, possui mais marcas, e o volume de importações chinesas aumentou consideravelmente nos últimos anos. Contudo, quando se trata de nichos específicos — como esportivos, cupês, hatches especiais ou SUVs fora do padrão nacional —, os vizinhos mantêm opções inacessíveis nas concessionárias brasileiras.

Diferenças, porém iguais

Uma visão simplista compara o Brasil, país de dimensões continentais, com a Argentina, que, embora não seja pequena, detém o oitavo maior território mundial. Comparar as populações é complexo: o Brasil ultrapassa 210 milhões, enquanto a Argentina soma cerca de 46 milhões, um número próximo à população do Estado de São Paulo.

Em 2025, os brasileiros adquiriram aproximadamente 2.550.000 automóveis e veículos leves comerciais. Os argentinos compraram cerca de 580.000 veículos nessas mesmas categorias. O volume de vendas brasileiro é quase quatro vezes superior, mas considerando que a população brasileira é quase cinco vezes maior, o volume de vendas, proporcionalmente, é similar. Calculando por mil habitantes, foram vendidos cerca de 12 veículos novos para cada mil brasileiros e 13 para cada mil argentinos, resultando em um empate técnico.

Considerando que os veículos disponíveis na Argentina incluem modelos de maior valor agregado, surge a hipótese de que os argentinos possuem maior poder aquisitivo que os brasileiros. De fato, dependendo do indicador e período, a renda média argentina pode ser superior. No entanto, o Brasil possui uma população quase cinco vezes maior, o que implica um número absoluto maior de pessoas ricas e de classe média.

Argumentar sobre o «custo Brasil» é pertinente, mas a Argentina enfrenta seus próprios desafios, como crises cambiais, restrições de importação e inflação de três dígitos, tornando a aquisição de um veículo importado uma tarefa complexa. Não é um ambiente ideal para fabricantes.

A questão do imposto de importação também é relevante. Ambos os países, estando no Mercosul, aplicam, em regra, a mesma tarifa de 35% a veículos importados de fora do bloco, embora existam exceções e acordos que modificam essa tributação. Historicamente, os argentinos tiveram um «imposto do luxo» que taxava mais os carros caros, tributo que foi reduzido em 2025 e extinto em 2026. O Brasil, por sua vez, mantém uma estrutura tributária federal e estadual que encarece a importação.

Contudo, a tributação não explica por que a Argentina vendia o GT86 quando os impostos eram mais desfavoráveis, nem por que a Ford optou por trazer a Everest da Tailândia para lá, mas não para o Brasil. Diante disso, o autor aponta dois fatores determinantes para explicar a persistência das opções automotivas argentinas: cultura e economia.

A questão cultural

No Brasil, o Museu Nacional do Automóvel, uma iniciativa de Roberto Nasser, foi removido do prédio em Brasília/DF e parou de operar em 2016. O que permaneceu foram coleções menores, muitas vezes sem curadoria formal ou recursos próprios, mantidas por entusiastas do antigomobilismo.

Recentemente, houve avanços, com a inauguração do Dream Car Museum em São Roque/SP em 2023 e, no ano seguinte, a abertura do CARDE em Campos do Jordão/SP, que opera como um museu estruturado, utilizando os automóveis para narrar parte da história brasileira.

Essas iniciativas são importantes, mas o caminho para a preservação da história automotiva brasileira ainda é longo. Em contraste, a Argentina conta com múltiplos museus automotivos, como o Museo Fangio em Balcarce, dedicado ao grande ídolo do automobilismo. Enquanto isso, o país de Fittipaldi, Senna e Piquet carece de um museu permanente com a magnitude do Museo Fangio dedicado a Senna.

Um exemplo lamentável é o destino da Torcida Ayrton Senna, o fã-clube mais antigo do piloto. Em 2014, a família Senna solicitou a devolução do imóvel cedido ao clube, forçando os membros a venderem cerca de 200 itens pessoais do piloto, como fotos, capacetes e vestimentas, por falta de recursos para aluguel e armazenamento.

Um dos museus argentinos está sediado no Automóvil Club Argentino (ACA) em Buenos Aires. Seu acervo inclui um Daimler de 1892, a Ferrari 166 usada por Juan Manuel Fangio em 1949 e 1950, e monopostos Brabham de Fórmula 2 pilotados por Carlos Reutemann antes de sua passagem pela Fórmula 1. Este museu é acessível gratuitamente no primeiro andar da sede do clube, na Avenida del Libertador.

Essa presença de um clube de motoristas com museu reflete uma peculiaridade argentina. No início do século XX, quando o automóvel era novidade, surgiram os primeiros clubes de automobilistas. O Automobile Club de France foi fundado em 1895, o Royal Automobile Club britânico em 1897 e o ADAC alemão em 1903. Essas associações iam além da propriedade de carros; elas organizavam corridas, promoviam a construção de estradas, criavam mapas e defendiam os direitos dos motoristas em uma época de pouca infraestrutura.

Em 1904, representantes de clubes de sete nações fundaram a Association Internationale des Automobile Clubs Reconnus (AIACR) para padronizar atividades e regras do automobilismo internacional. Essa entidade evoluiria, em 1946, para a Fédération Internationale de l’Automobile (FIA).

O Automóvil Club Argentino foi estabelecido no mesmo ano, 1904, e aderiu à AIACR em 1926.

Popular