KTM anuncia plano de manutenção com preços fixos para os modelos 390 Adventure R e X
Leia mais
AutoPapo
autopapo.com.br

KTM anuncia plano de manutenção com preços fixos para os modelos 390 Adventure R e X

Após inaugurar sua fábrica em Manaus e durante o primeiro ano sob a administração da Bajaj do Brasil, a KTM divulgou um esquema de manutenção com custos predefinidos para os modelos 390 Adventure R e 390 Adventure X, que recentemente chegaram às lojas. O objetivo dessa iniciativa é oferecer ao consumidor um valor totalizado para a manutenção programada antes mesmo de ele visitar a concessionária.

Os valores estipulados nesta semana englobam mão de obra, peças originais, lubrificantes, tributos e todos os outros materiais previstos em cada serviço, garantindo que não haverá cobranças adicionais sobre os itens incluídos na revisão.

Embora haja uma diferença de preço entre as duas versões — a 390 Adventure X custa R$ 33.990 e a 390 Adventure R, R$ 37.990 —, a tabela de manutenção é idêntica para ambas, visto que os modelos compartilham a mesma base mecânica e divergem em detalhes que não impactam a revisão do motor.

O cronograma de revisões inicia-se aos 1.000 km ou após três meses de uso. Posteriormente, os intervalos passam a ser de 10.000 km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro. Ao todo, as seis visitas à concessionária somam R$ 6.740, o que equivale a aproximadamente R$ 0,13 por quilômetro rodado, ou cerca de 20% do valor da versão X. As revisões mais onerosas são a terceira e a quinta, pois concentram as inspeções e trocas mais complexas do plano.

Os componentes sujeitos a variação dependem da quilometragem e do tempo de uso e podem abranger óleo e filtro de óleo, filtro de ar, vela de ignição, fluido de freio, arruela do bujão de dreno, além de verificações e lubrificação da corrente, inspeções específicas de cada fase e atualizações de software, quando necessário.

Um ponto importante não destacado no comunicado oficial da KTM é que este plano é válido para serviços executados até 31 de dezembro de 2026, e os preços aplicados serão aqueles vigentes na data do serviço. Após esse período, os valores estão sujeitos a reajustes.

Na prática, o comprador que adquirir a motocicleta neste momento tem a certeza do preço apenas para a primeira revisão e, no máximo, para a segunda, caso percorra 10.000 km em dois meses. Para as revisões de segunda a sexta, a tabela serve mais como uma estimativa do custo de posse do que como um preço fixo. Itens como pneus, pastilhas e discos de freio, transmissão, embreagem e bateria não estão inclusos nos valores fixos, exceto se a revisão específica determinar a troca. Serviços como lavagem, transporte e outros também estão excluídos.

Motocicletas utilizadas em condições extremas podem necessitar de intervalos menores, inspeções extras ou substituições antecipadas, conforme indicado no manual do proprietário, e tais necessidades não estão cobertas pelos preços divulgados. Caso a concessionária identifique reparos adicionais, ela deve fornecer um orçamento detalhado previamente e somente prosseguir com o serviço mediante autorização do cliente.

Ambas as motocicletas trail possuem quatro anos de garantia de fábrica, contanto que o plano de manutenção seja cumprido em uma concessionária autorizada. Este prazo supera a média do setor, mas vincula o proprietário à rede KTM, que ainda está em expansão no país, sendo a própria marca enfática ao mencionar o fortalecimento das concessionárias como prioridade desta nova fase com a Bajaj.

Histórias semelhantes

Reabilitação de minas abandonadas na África do Sul pode custar 51,5 bilhões de randes
Leia mais
iol.co.za

Reabilitação de minas abandonadas na África do Sul pode custar 51,5 bilhões de randes

O Ministro dos Recursos Minerais e Petrolíferos, Gweed Mantsane, informou que a recuperação de minas abandonadas e deterioradas em toda a África do Sul pode exigir mais de 51,5 bilhões de randes.

Mantsane fez esta declaração numa resposta escrita ao parlamento à solicitação do deputado do partido uMkhonto weSizwe (MK), Mzvanele Manyi, que questionou os custos gerais de reabilitação de minas abandonadas e o montante de fundos recebidos das empresas de mineração para cobrir essas despesas.

Avaliação de custos de reabilitação de 51,5 bilhões de randes

De acordo com um relatório preparado pelo Departamento em 2024, o custo financeiro total de instalações mineiras não operacionais e sem proprietário foi estimado em 51.512.128.780 randes. O mesmo relatório determinou o custo de encerramento de todas essas instalações em aproximadamente 51,5 bilhões de randes, sendo que os custos de reabilitação de áreas prioritárias somaram 8,57 bilhões de randes.

Mantsane esclareceu que o Departamento estabelece a prioridade das instalações com base na avaliação de riscos, e o custo de cada projeto de reabilitação é determinado após a conclusão das perícias técnicas e a definição do volume de trabalho. Ele também acrescentou que os prazos de execução dependem das futuras dotações orçamentais do Tesouro Nacional.

Ausência de valor consolidado de fundos recebidos

O Ministro salientou que não há informações consolidadas sobre os fundos recebidos das empresas de mineração especificamente para a reabilitação de minas abandonadas e sem proprietário. Ele explicou que, por definição, essas instalações mineiras não têm um proprietário legal ou identificável responsável por arcar com os custos de reabilitação, uma vez que antes da adoção da Lei de Mineração de 1991 não existia uma obrigação legislativa de realizar tal reabilitação.

O problema das minas abandonadas chamou a atenção do público após incidentes trágicos em instalações não utilizadas. No início deste ano, a Federação Sul-Africana de Sindicatos de Trabalhadores (SAFTU) relatou a morte de pelo menos 14 mineiros após o colapso de uma mina abandonada em Nkangan, perto de Rustenburg, na província do Noroeste. A SAFTU observou que este desastre demonstrou o perigo representado pelas minas abandonadas, alertando que poços não estabilizados colocam em risco a vida de mineiros e residentes das comunidades vizinhas. O sindicato apelou ao governo para acelerar o processo de reabilitação, responsabilizar as empresas de mineração, se puderem ser identificadas, e investigar aqueles que financiam e lucram com a mineração ilegal.

Autoestrada será reconstruída por US$ 350 milhões na região de Kashkadarya, Uzbequistão
Leia mais
podrobno.uz

Autoestrada será reconstruída por US$ 350 milhões na região de Kashkadarya, Uzbequistão

A reconstrução de um trecho de 100 quilômetros da rodovia A-380, que passa por esta região, está planejada na região de Kashkadarya. US$ 350 milhões estão sendo alocados para a implementação deste projeto.

Detalhes dos trabalhos e projetos de infraestrutura

De acordo com as informações apresentadas na reunião do chefe de Estado sobre o desenvolvimento da região, os trabalhos serão realizados em colaboração com o Banco Asiático de Desenvolvimento. Além disso, a estrada de circunvalação de Karshi será estendida em 5,5 quilômetros e integrada à rodovia principal. Foi designado um responsável para finalizar o estudo de viabilidade técnica e econômica neste ano e iniciar a construção em janeiro.

Também foi mencionada a questão dos grandes congestionamentos nos cruzamentos ferroviários nas estradas de Karshi – Pomuk e Guzar – Beynau, que ocorrem durante a passagem dos trens. Para resolver esse problema, planeia-se a construção de dois modernos viadutos, cujo custo é estimado em 250 bilhões de soums.

Questões de abastecimento de água à população

O Presidente levantou a questão do fornecimento de água potável à população. Foi anunciado que, no âmbito da alocação de 1 trilhão de soums neste ano, foi determinado concluir a construção de 747 quilômetros de redes de água e esgoto, bem como 43 instalações, em dois meses. Isso permitirá fornecer água potável limpa a 200 mil habitantes.

Para o projeto de extensão das redes do reservatório de Ghissarak para os distritos de Karshin, Kamashin, Guzar e Karshin, foram alocados 100 bilhões de soums, com planos de atrair US$ 210 milhões adicionais. Este projeto fornecerá água a 350 mil pessoas.

Além disso, começará a modernização do sistema 'Talimardjan – Mubarek' com o objetivo de melhorar o abastecimento de água para mais 700 mil habitantes nos distritos de Nishan, Kasbi, Mirishkor, Mubarek e Karshin. O estudo de viabilidade técnica e econômica para este projeto deve ser concluído até 1º de abril, e são planejados US$ 150 milhões para ele.

Perspectivas de desenvolvimento da região

Na reunião, Shavkat Mirziyoyev enfatizou que Kashkadarya tem potencial para entrar entre as regiões líderes do país em um ou dois anos. Na opinião do chefe de Estado, para alcançar este objetivo, os hokims dos distritos e os bancos devem criar condições que promovam o desenvolvimento do conhecimento, ofereçam oportunidades de emprego e apoiem iniciativas.

Popular