Índia se torna mercado de crescimento significativo para a Apple em trimestre recorde de setembro
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Índia se torna mercado de crescimento significativo para a Apple em trimestre recorde de setembro

A Índia demonstrou ser um mercado com crescimento impressionante para a Apple no quarto trimestre do ano fiscal de 2026, atingindo um volume de receita histórico para a empresa no país.

O CEO da Apple, John Ternus, declarou que a empresa estabeleceu recordes de receita tanto em mercados desenvolvidos quanto em mercados emergentes, além do recorde na Índia no trimestre de setembro.

O crescimento na Índia foi impulsionado por um registro recorde de atualizações do iPhone em setembro, com dados da Worldpanel colocando o iPhone entre os modelos de smartphone mais vendidos no país. Além disso, as vendas de Mac também estabeleceram um recorde de receita na Índia graças à demanda por novos modelos MacBook Neo e MacBook Pro.

Durante este trimestre, a Apple lançou o Apple Pay na Índia em parceria com o Axis Bank, expandindo o escopo de pagamentos digitais em um dos maiores mercados de consumo do mundo.

O CFO da Apple, Kevin Parekh, destacou o otimismo em relação ao futuro de longo prazo do negócio da empresa em serviços.

Em termos globais, a Apple obteve uma receita total de operações de US$ 114,48 bilhões no trimestre, um aumento de 11,72% em comparação com os US$ 102,47 bilhões no quarto trimestre do ano fiscal de 2025. Durante todo o ano fiscal de 2026, a receita total atingiu um máximo histórico de US$ 478,83 bilhões, um aumento de 15,06% em comparação com os US$ 416,16 bilhões, e o lucro líquido anual foi de US$ 132,18 bilhões, um aumento de 18% em relação ao ano anterior.

A receita trimestral foi dividida em dois fluxos principais: receita de produtos de US$ 82,90 bilhões (72,42% do total) e receita de serviços de US$ 31,57 bilhões (27,58% do total).

Na categoria de produtos, o iPhone gerou US$ 57,58 bilhões (50,30% da receita total), mostrando um crescimento de 17,46% em relação ao ano anterior devido aos recordes mundiais de atualizações e à demanda pelo iPhone 18 Pro e iPhone Duo dobrável. Os serviços atingiram um máximo histórico de US$ 31,57 bilhões, um aumento de 9,82% em relação ao ano anterior, impulsionado por receitas recordes de serviços em nuvem, vídeo e pagamentos, com assinaturas pagas ultrapassando 1,5 bilhão.

A receita de Mac cresceu 23,68% em relação ao ano anterior para US$ 10,79 bilhões, graças à adoção ativa do MacBook Neo e ao aumento da participação no mercado global. Em contrapartida, os segmentos Wearables, Home e Accessories diminuíram 7,91% em relação ao ano anterior para US$ 8,30 bilhões, devido a comparações difíceis com o ano anterior, e a receita do iPad caiu 10,40% em relação ao ano anterior para US$ 6,23 bilhões devido a restrições de fornecimento.

O lucro líquido da Apple aumentou 11,81% em relação ao ano anterior para US$ 30,71 bilhões, em comparação com US$ 27,47 bilhões no quarto trimestre do ano fiscal de 2025, auxiliado pelo benefício de reembolso de tarifas de US$ 0,05 por ação.

Anualmente, o EBITDA, que reflete o lucro operacional, atingiu US$ 171,49 bilhões, garantindo uma margem EBITDA de 35,81% sobre uma receita de US$ 478,83 bilhões. Os custos gerais de operação somaram US$ 59,66 bilhões, um aumento de 10,22% em relação ao ano anterior. As despesas operacionais totais cresceram 20,58% em relação ao ano anterior para US$ 19,19 bilhões.

Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) tornou-se o maior centro de custos, totalizando US$ 11,73 bilhões (61,13% das despesas operacionais totais), um aumento de 32,30% em relação ao ano anterior, de US$ 8,87 bilhões, pois a Apple acelerou os investimentos em inteligência artificial generativa (IA), como Siri AI, e em silício próprio.

Enquanto isso, a base instalada ativa da Apple ultrapassou 2,5 bilhões de dispositivos, e o fluxo de caixa operacional trimestral foi de US$ 28,10 bilhões, com reservas da empresa atingindo US$ 137 bilhões.

No entanto, o aumento dos preços da memória criou uma pressão sem precedentes sobre a margem de lucro, e as restrições de fornecimento de chips semicondutores avançados limitaram a disponibilidade dos dispositivos. Ternus explicou que o aumento atual nos preços da memória é sem precedentes, e embora o trimestre de setembro tenha visto um aumento maior no custo da memória em comparação com o trimestre de junho, isso foi parcialmente compensado pelo benefício de estoque e custos mais baixos em alguns componentes não relacionados à memória.

As cadeias de suprimentos também dificultaram as remessas. Sabih Khan, diretor de operações da Apple, esclareceu que as restrições no quarto trimestre foram principalmente relacionadas à disponibilidade de nós avançados onde seus SoCs são fabricados, mas como a empresa está migrando cada vez mais sua linha para os mais recentes nós tecnológicos de segunda geração de 2 nanômetros, as restrições em nós avançados estão diminuindo.

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A Apple reportou uma receita de US$ 114,5 bilhões (cerca de R$ 622,7 bilhões) no quarto trimestre fiscal de 2026, que se encerrou em 26 de setembro. Este valor representa um crescimento de 12% em comparação com o mesmo período do ano anterior, estabelecendo um novo recorde trimestral. O lucro líquido também aumentou, atingindo US$ 30,7 bilhões (R$ 167 bilhões), o que corresponde a uma elevação de aproximadamente 12% anualmente.

Os dados financeiros foram tornados públicos nesta segunda-feira (2) e excederam as previsões de Wall Street. O sucesso foi majoritariamente impulsionado pelas vendas do iPhone 18 Pro, enquanto a divisão de serviços também registrou sua maior receita já alcançada.

O lucro diluído por ação foi de US$ 2,10 (aproximadamente R$ 11,42), marcando um avanço de 14% em relação ao quarto trimestre fiscal de 2025. A margem bruta ficou em 47,9%, beneficiada positivamente por um ajuste de tarifa de aproximadamente um ponto percentual.

Este foi o primeiro relatório trimestral sob a gestão de John Ternus, que assumiu o posto de CEO em setembro, sucedendo Tim Cook. A divisão de smartphones foi o ponto alto do balanço, com a receita de iPhones chegando a US$ 57,6 bilhões (aproximadamente R$ 313,2 bilhões), um crescimento de 17% em relação ao terceiro trimestre de 2025.

Esse resultado superou a estimativa dos analistas, que previam algo em torno de US$ 56,5 bilhões (R$ 307,4 bilhões). A forte procura pelos modelos iPhone 18 Pro contribuiu para as vendas, apesar da nova abordagem da empresa de distribuir os lançamentos de aparelhos ao longo do ano.

A divisão de serviços também demonstrou um desempenho notável, com receita de US$ 31,6 bilhões (R$ 171,7 bilhões), um aumento de cerca de 10% em relação ao ano passado e um novo recorde histórico. Este segmento engloba atividades como Apple Music, iCloud e App Store.

Adicionalmente, a divisão de computadores Mac faturou US$ 10,8 bilhões (R$ 58,7 bilhões), representando um crescimento de aproximadamente 24% comparado ao mesmo período do ano anterior, ficando também acima das projeções de mercado.

Em contrapartida, duas categorias de produtos registraram queda. Os resultados indicam que o crescimento da Apple permanece concentrado primariamente no iPhone e nos serviços, embora os computadores tenham mostrado uma expansão considerável.

Apesar do desempenho positivo, a empresa enfrenta o desafio do aumento no custo dos componentes usados na fabricação de seus dispositivos, particularmente os chips de memória. Esse aumento de custos é atribuído à maior demanda por tais componentes, que é estimulada também pela expansão da infraestrutura de inteligência artificial (IA).

De acordo com John Ternus, os preços mais altos de certos produtos ajudaram a mitigar parcialmente essa pressão sobre as margens. A Apple elevou em US$ 100 os valores de modelos específicos da linha iPhone 17 e também ajustou os preços de alguns computadores MacBook.

A margem bruta de 47,9% ficou superior aos 47,5% projetados pelos analistas consultados pela LSEG. Outro aspecto ressaltado pelo CEO foi o funcionamento da Siri reformulada com IA, que atualmente processa cerca de 2,5 bilhões de requisições diariamente.

A Apple também comentou sobre o lançamento do iPhone Duo, o primeiro smartphone dobrável da companhia, ocorrido em outubro. O aparelho esgotou rapidamente nas vendas online e causou filas nas lojas, mas a demanda segue acima da capacidade de suprimento. Em entrevista à Reuters, Ternus confirmou que apenas uma pequena fração das unidades foi devolvida devido a problemas nas telas, e a empresa está realizando a substituição desses aparelhos. O executivo admitiu que ainda não há previsão para igualar oferta e demanda.

Visto que o iPhone Duo foi lançado em 23 de outubro, suas vendas não foram incluídas no balanço divulgado nesta segunda-feira; os resultados desse dispositivo devem constar no próximo trimestre fiscal.

O desempenho do quarto trimestre permitiu à companhia concluir seu melhor exercício fiscal em termos de receita. No acumulado de 2026, a Apple gerou US$ 28 bilhões (R$ 152,3 bilhões) em fluxo de caixa operacional durante o quarto trimestre, valor que foi devolvido aos acionistas via dividendos e recompra de ações. O conselho de administração também anunciou um dividendo de US$ 0,27 por ação (aproximadamente R$ 1,47), com pagamento agendado para 16 de novembro.

Mesmo com o superávit financeiro, as ações da Apple sofreram uma leve queda de cerca de 1% nas negociações após o fechamento do mercado, em um cenário de volatilidade no setor.

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A equipe indiana no formato T20 demonstrou novamente seu domínio, estabelecendo um novo recorde mundial. Após duas vitórias na Copa do Mundo T20, a equipe indiana alcançou um resultado significativo durante uma série de partidas contra a Nova Zelândia.

Apesar da derrota para a Nova Zelândia no quinto jogo T20, realizado em Sedden Park e encerrado com uma diferença de sete wickets, a equipe indiana fez algo sem precedentes. A Índia se tornou a primeira equipe do mundo a somar 400 seis em T20 International em um ano calendário.

Durante este jogo contra os Ceilandeses, os batedores indianos marcaram 11 poderosos seis, permitindo ultrapassar a marca de 400 seis. Em toda a temporada, em 40 jogos, os batedores indianos criaram uma verdadeira tempestade de corridas e seis, deixando outras equipes muito para trás. As equipes da Austrália e da Índia Ocidental, que ocupam os segundos e terceiros lugares nesta lista (com 224 seis cada), não chegaram perto dos números da Índia.

Em particular, os jovens e agressivos openers Abhishek Sharma lideraram na marcação de seis por parte da Índia, marcando 86 seis individualmente. Foram seguidos por Ishan Kishan com 60 seis e Sanju Samson com 50 seis, contribuindo significativamente para o alcance deste recorde. Além disso, apenas contra a Nova Zelândia neste ano, a Índia marcou um total de 142 seis, o maior número de seis marcados contra uma única equipe adversária em um ano.

Quanto ao jogo em si, a equipe indiana parecia estar em apuros depois de perder dois wickets em 19 pontos. No entanto, após isso, Ishan Kishan e o capitão Shreyas Iyer começaram a dominar. Ambos os jogadores construíram uma parceria ardente no terceiro wicket por 93 pontos. Ishan Kishan marcou 61 pontos, fazendo isso em 31 bolas com 5 boundaries e 5 seis. O capitão Shreyas Iyer teve uma partida explosiva, acumulando 50 pontos em apenas 23 bolas graças a 3 boundaries e 4 seis. No final do jogo, Neman Dheer (33 pontos) e Nitish Kumar Reddy (22 pontos) também mostraram seu jogo.

No entanto, o rápido arremessador da Nova Zelândia, Adam Milne, desempenhou um papel decisivo, pegando 4 wickets e concedendo apenas 19 pontos, o que permitiu parar a Índia em 191/8 em 20 overs. Depois disso, a Nova Zelândia venceu o jogo por uma diferença de 7 wickets, perdendo três wickets.

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De acordo com dados fornecidos pela empresa de análise de mercado Tofler, a receita da Apple na Índia aumentou mais de 32%, atingindo a marca de 104.607 crore de rúpias no ano fiscal de 2026.

A empresa registrou uma receita de 79.060,5 crore de rúpias no ano fiscal de 2025. A Tofler informou que a Apple India Private Limited é responsável pela venda e promoção de produtos e software sob a marca Apple, e para o ano fiscal de 2025-2026, a empresa reportou uma receita de 104.607 crore de rúpias, o que representa um aumento de 32% em comparação com o ano fiscal anterior.

O lucro líquido da Apple na Índia também demonstrou um crescimento significativo, aumentando em 66% para 5.311 crore de rúpias no mesmo período fiscal. As despesas totais da empresa neste ano fiscal foram registradas em 96.224 crore de rúpias, segundo a Tofler.

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