Troca de óleo de câmbio manual é controversa, mas pode prevenir danos ao veículo
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Troca de óleo de câmbio manual é controversa, mas pode prevenir danos ao veículo

Com a crescente popularidade dos câmbios automáticos, o lubrificante desses sistemas tornou-se uma grande preocupação para quem compra carros usados, especialmente devido ao alto custo da substituição. No entanto, os veículos com câmbio manual também dependem de óleo, e o proprietário deve tomar precauções para assegurar a vida útil deste componente.

Os mecanismos de transmissão funcionam através de um conjunto de engrenagens e outros elementos, como os sincronizadores, todos imersos em óleo. O uso normal gera calor, e certas condições extremas intensificam esse aquecimento, o que acelera o desgaste do lubrificante.

Diferentes opiniões sobre a troca de óleo

A questão da troca do óleo do câmbio é frequentemente debatida. Assim como acontece com as transmissões automáticas, alguns fabricantes afirmam que os lubrificantes utilizados em modelos manuais possuem tecnologia 'long life' e, portanto, não necessitam de troca. Contudo, há cenários específicos onde a substituição se torna necessária.

Para saber qual procedimento seguir, o manual do proprietário é a referência correta, visto que cada montadora estabelece suas próprias diretrizes. Por exemplo, a Fiat sugere a troca a cada 120 mil quilômetros; a Honda recomenda 120 mil km para modelos mais recentes e 80 mil km para os mais antigos; a Toyota adota uma postura mais cautelosa, indicando a manutenção a cada 40 mil km; a Chevrolet orienta a troca somente em casos de vazamento; e a Nissan apenas lista os procedimentos de inspeção em seu manual.

Sinais de alerta e custos da manutenção

O próprio veículo pode indicar a necessidade de troca do óleo do câmbio. De acordo com o mecânico Ludovico Ballesteros, dono do Pitucha Centro Automotivo, sinais como engates mais difíceis e ruídos provenientes do componente são indicadores importantes.

O mesmo mecânico informa que o custo desta troca varia entre R$ 150 e R$ 600, dependendo tanto do modelo do carro quanto do tipo de lubrificante utilizado. Dirigir por longos períodos com óleo antigo acelera o deterioramento do componente, o que, segundo Ludovico Ballesteros, pode danificar os sincronizadores e as engrenagens.

Caso ocorram vazamentos e o veículo circule com pouca ou nenhuma quantidade de óleo, o câmbio corre risco de fundir devido ao excesso de atrito. O mecânico aponta que, nessas situações, as peças podem apresentar coloração azulada. Além disso, a troca periódica ajuda a evitar prejuízos maiores no futuro; a presença de limalhas indica desgaste interno nas peças.

Ludovico Ballesteros acrescenta que um profissional experiente consegue diagnosticar problemas no câmbio analisando o odor do óleo.

Tipos de lubrificantes: Convencional versus Long Life

No mercado, existem veículos que usam óleos que demandam trocas mais frequentes e outros modelos equipados com o tipo 'long life', que oferece maior durabilidade. Leandro Grizzo, especialista global em lubrificantes na Eaton e membro das comissões técnicas SAE Powertrain e AEA de Lubrificantes e Fluidos, esclarece que a distinção fundamental reside nas suas bases.

Os fluidos destinados aos câmbios manuais tradicionais empregam óleos básicos minerais ou semissintéticos, complementados por aditivos apropriados para a aplicação e o intervalo de troca. Em contraste, os óleos 'long life' utilizam base sintética e um conjunto de aditivos projetado para conferir maior estabilidade, possibilitando uma vida útil mais extensa.

O especialista detalha que o óleo 'long life' pode ter uma durabilidade que varia de 100 a 150 mil quilômetros em automóveis, comparado aos 40 a 80 mil quilômetros dos convencionais. Em veículos pesados, como caminhões e ônibus, essa durabilidade pode alcançar entre 150 e 300 mil quilômetros. Leandro Grizzo exemplifica essa formulação especial do óleo 'long life' citando a maior concentração de antioxidantes, inibidores de corrosão, antiespumantes, modificadores de viscosidade, aditivos antidesgaste e de extrema pressão (EP).

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Durante o festival Diwali, há necessidade de usar óleo de mostarda para acender lamparinas, pois elas conferem um brilho especial à atmosfera festiva. Embora seja possível usar iluminação elétrica, a verdadeira alegria do Diwali é incompleta sem as lamparinas acesas em casa e no quintal. O óleo de mostarda é amplamente utilizado nas famílias indianas, desde rituais religiosos até o preparo de pratos de vegetais. No entanto, frequentemente surgem relatos sobre impurezas nos óleos vendidos em lojas, o que levanta dúvidas sobre sua pureza.

Por isso, existe a possibilidade de preparar em casa óleo de mostarda 100% puro, sem utilizar nenhum dispositivo mecânico. Este óleo pode ser usado tanto para acender lamparinas durante o Diwali quanto para preparar pratos tradicionais, como puri e outros petiscos.

Para iniciar o processo de extração do óleo das sementes de mostarda, é necessário limpar cuidadosamente as sementes, removendo toda sujeira, pequenas pedras ou quaisquer outras impurezas. As sementes também podem ser peneiradas para limpeza.

Em seguida, espalhe as sementes limpas em um prato ou tigela limpa e deixe-as ao sol por algum tempo para remover toda a umidade. Se desejar aquecer levemente as sementes para remover a umidade, faça isso em fogo baixo, certificando-se rigorosamente de que não queimem. Qualquer cheiro de queimado pode contaminar o óleo pronto.

Depois disso, coloque as sementes limpas e secas em uma tigela de liquidificador e triture-as em pedaços grossos, trabalhando com o mixer em intervalos curtos. Em seguida, adicione gradualmente um pouco de água morna e continue triturando até que as sementes estejam bem moídas. É importante adicionar água apenas na quantidade necessária para a moagem.

Como resultado deste processo, obterá-se uma pasta espessa de mostarda. Ao triturar, deve-se evitar adicionar muita água de uma só vez. A pasta não deve estar nem muito seca, nem muito líquida.

Quando a pasta estiver pronta, transfira-a para um recipiente grande. Em seguida, use as mãos ou uma colher limpa para amassar e pressionar bem a pasta. Isso ajudará a liberar o óleo e outros componentes contidos na pasta.

Após isso, pegue um pano de algodão ou musselina limpo e coloque a pasta no centro deste tecido. Um coador também pode ser usado no lugar do tecido. Junte as bordas do tecido, formando um saquinho.

Finalmente, coloque este saquinho sobre um recipiente limpo e pressione-o muito lentamente para que o líquido que começar a escorrer se acumule no recipiente.

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Governo estende subsídio ao diesel; análise da vulnerabilidade do agronegócio à alta do combustível

O governo federal decidiu prorrogar o subsídio ao diesel por mais trinta dias nesta terça-feira (27), mantendo o benefício fixado em R$ 2,12 por litro. Esta ação visa mitigar os impactos causados pelo aumento dos preços internacionais do petróleo, cuja alta é impulsionada por conflitos no Oriente Médio e pela guerra entre Rússia e Ucrânia.

O preço do barril de petróleo Brent, utilizado como referência global, oscilou entre US$ 100 e US$ 106 na primeira metade de outubro e atingiu US$ 113,17 no dia 22. Para o governo, qualquer valor superior a US$ 70 gera uma pressão considerável sobre os preços destinados ao mercado doméstico.

Adicionalmente à elevação da commodity, a desvalorização da moeda brasileira, o real, também contribui para o encarecimento da produção e da importação de diesel. Embora o Brasil seja um grande produtor de petróleo, cerca de um quinto do diesel consumido é importado, conforme dados fornecidos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Em agosto, o volume de diesel importado representou 23,14% das vendas nacionais do diesel A, que ainda não possui a mistura obrigatória de biodiesel. A combinação desses fatores resultou em aumentos significativos: o diesel comum subiu 6,67% na primeira quinzena de outubro, alcançando uma média de R$ 7,20 por litro, segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). O diesel S-10 teve um aumento de 5,07% no mesmo período, chegando a R$ 7,46 por litro. Comparado a janeiro, o diesel comum registrou um acúmulo de aumento de 15,2%.

Os valores também apresentam variações regionais. No Norte, o diesel comum custava, em média, R$ 7,75 por litro, e o S-10 tinha preço médio de R$ 7,80. Em Roraima, o diesel comum chegou a R$ 8,19, e no Acre, o S-10 atingiu R$ 8,30. Nas regiões Sul e Sudeste, a média do diesel comum foi de R$ 6,97 por litro. Este aumento impacta diretamente o transporte de cargas realizado majoritariamente por caminhões no Brasil. No agronegócio, o combustível mais caro eleva os custos de frete e de produção, podendo esse aumento ser transferido aos preços dos alimentos.

Por que o Brasil precisa importar diesel?

Entre janeiro e agosto, a produção de diesel da Petrobras conseguiu crescer 18,5%, elevando-se de 32,7 milhões para 38,7 milhões de barris. Mesmo assim, a produção interna mostrou-se insuficiente para suprir toda a demanda pelo combustível.

No primeiro semestre de 2026, o consumo total de diesel no Brasil foi de 213,2 milhões de barris. De acordo com a ANP, a produção nacional alcançou 154,8 milhões de barris, enquanto as importações somaram 43,5 milhões de barris, o que equivale a 20,4% do consumo naquele período.

Esta dependência de importações está ligada à capacidade de refino do país. É importante notar que a extração de petróleo difere da produção de combustíveis, pois o petróleo necessita ser processado em refinarias para se converter em diesel e outros derivados utilizados por veículos, máquinas agrícolas e caminhões.

Nos últimos anos, a Petrobras realizou a venda de refinarias para companhias privadas como parte de um programa de alienação de ativos. Este movimento ganhou força durante o mandato de Jair Bolsonaro (PL), quando a estatal negociou unidades do setor de refino.

Paulo Feldmann, professor da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da Universidade de São Paulo (FEA-USP), levanta questionamentos sobre os custos de produção do diesel nessas refinarias, alegando que, em certas circunstâncias, o combustível fabricado no Brasil pode ser mais caro que o importado.

Francismar Ferreira, do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), argumenta que reduzir a dependência de importações requer a ampliação e modernização das refinarias brasileiras, além de uma revisão nos investimentos realizados pela Petrobras neste segmento.

Por que a alta do diesel pesa tanto no Brasil?

A partir da segunda metade do século XX, o Brasil começou a priorizar o uso de rodovias para o transporte de cargas, enquanto as ferrovias foram perdendo relevância. Essa transição ocorreu paralelamente ao crescimento da indústria automotiva e à expansão da infraestrutura rodoviária.

Atualmente, a forte dependência das estradas implica que o aumento do diesel eleva os custos de frete e, consequentemente, o custo do transporte de mercadorias. Paulo Feldmann, da FEA-USP, ressalta: “Os combustíveis em geral, sobretudo gasolina e diesel, têm um impacto muito grande sobre o transporte de mercadorias. O Brasil é um país grande e precisa transportar cargas por longas distâncias, isso afeta muito a produtividade do Brasil”.

Países como Argentina e Estados Unidos também enfrentam problemas com o aumento dos combustíveis, mas possuem redes ferroviárias que possibilitam o escoamento parcial da produção agrícola e industrial por trem, diminuindo a dependência exclusiva das vias rodoviárias em certos percursos.

Existem também riscos relacionados ao abastecimento, conforme alertam os agricultores do Rio Grande do Sul. Murilo Viana, mestre em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), avalia que os subsídios recentes concedidos pelo governo, ao manter os preços internos artificialmente abaixo dos internacionais, podem desencorajar empresas privadas a realizar importações de diesel.

Neste cenário, a Petrobras poderia ser forçada a assumir uma fatia maior das importações, possivelmente vendendo o combustível com prejuízo por litro. Se isso não acontecer, o país corre o risco de enfrentar escassez de abastecimento devido à ausência de importação por parte da iniciativa privada.

Como isso afeta os preços dos alimentos?

O agronegócio figura entre os setores mais sensíveis ao aumento do diesel, visto que este combustível é empregado tanto em máquinas agrícolas — durante o preparo do solo, plantio e colheita — quanto no transporte da produção até armazéns, indústrias, portos e centros de consumo.

Paulo Feldmann, da FEA-USP, declara que “O aumento dos custos pode reduzir a competitividade das exportações e encarecer os alimentos no mercado interno”. Ele acrescenta: “Todos falam que 'da porteira para dentro' a agricultura brasileira é a mais competitiva do mundo. O Brasil perde muito no transporte, que é o que mais afeta o custo”.

Com o frete mais caro, produtores e empresas podem ver seus lucros diminuídos ou optar por repassar parte dos custos extras aos compradores. Contudo, esse repasse nem sempre ocorre de maneira total ou imediata. Uma parcela do aumento pode ser absorvida ao longo da cadeia de distribuição e produção, dependendo dos contratos vigentes, da concorrência e das margens de lucro das empresas.

Neste contexto, o governo Lula tem focado em subsídios temporários para controlar os efeitos de aumentos de preços que considera transitórios.

Subsídio alivia a alta, mas tem limites

A extensão do subsídio anunciada pelo governo visa atenuar os efeitos do aumento dos preços internacionais do petróleo no Brasil. Para Feldmann, essa medida pode auxiliar a impedir a transferência dos custos, mas possui limitações, pois depende de recursos públicos em um momento de desafios nas finanças governamentais.

Murilo Viana sustenta que o subsídio pode ser justificado pelo fato de que a alta dos preços internacionais do petróleo também pode incrementar a arrecadação do governo brasileiro. Isso ocorre porque o país exporta petróleo bruto e recebe receitas provenientes de royalties, dividendos da Petrobras e tributos.

Dessa forma, o subsídio representa um dispêndio imediato para o governo, mas pode prevenir custos e impactos econômicos mais severos. O sucesso dessa estratégia, todavia, dependerá da receita adicional gerada pelo petróleo, do montante gasto com o subsídio e da proporção do aumento do diesel que será refletida nos preços de outros bens.

Para Viana, as ações destinadas à estabilização de preços são pertinentes, desde que sejam temporárias e possuam diretrizes claras para sua cessação, prevenindo que o subsídio se estabeleça como um mecanismo permanente de manutenção de preços artificialmente baixos.

O que reduziria a dependência brasileira?

Analistas apontam que a ampliação da capacidade de refino, o investimento em métodos alternativos de transporte e a diminuição da dependência de insumos importados são caminhos para tornar o Brasil menos suscetível a essas flutuações.

Francismar Ferreira, do Ineep, aponta que uma solução de longo prazo exige o aumento e a modernização das refinarias brasileiras, juntamente com um incremento nos investimentos setoriais. A discussão também abrange o papel da Petrobras na distribuição e revenda dos derivados de petróleo, bem como na sua produção.

O economista Murilo Viana também defende a expansão da produção nacional de fertilizantes, outro insumo vital para o agronegócio. Embora esta medida não resolva diretamente a questão da dependência do diesel, ela integra uma estratégia mais vasta para diminuir a vulnerabilidade do setor às oscilações cambiais e aos custos internacionais de insumos.

Custo do frete de petróleo bruto aumentou oito vezes, o que pode afetar os preços da gasolina e do diesel na Índia
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Custo do frete de petróleo bruto aumentou oito vezes, o que pode afetar os preços da gasolina e do diesel na Índia

Apesar de os fornecimentos de petróleo bruto da Ásia Ocidental terem retornado a mais de 90% dos níveis pré-crise, a Índia ainda não está colhendo benefícios imediatos disso. A principal razão é o aumento dos custos de transporte de petróleo.

O custo de entrega de petróleo bruto aumentou de aproximadamente 3 dólares por barril no ano passado para mais de 20 dólares atualmente. Isso faz com que, mesmo com a melhoria do fornecimento no mercado internacional, os custos das refinarias indianas permaneçam altos. Essa situação afeta potencialmente tanto o lucro das empresas de petróleo quanto os preços finais da gasolina e do diesel.

De acordo com o banco de investimento Jefferies, o frete de petróleo bruto aumentou cerca de oito vezes em comparação com os níveis pré-crise. A parcela desse custo no custo total 'landed crude cost' (custo total de entrega do petróleo até a refinaria) aumentou de cerca de 3% para mais de 25%. Este custo inclui não apenas o preço do próprio petróleo, mas também os custos de frete, seguro e outras despesas relacionadas ao transporte.

Ao mesmo tempo, observa-se uma ligeira queda nos preços de compra de petróleo. A Jefferies observa que, graças à melhoria das exportações da Ásia Ocidental, excluindo o Irã, o prêmio físico do petróleo bruto caiu 65% em uma semana, atingindo 9 dólares por barril. No entanto, o alto custo de transporte anula grande parte dessa dinâmica positiva.

O Goldman Sachs destacou cinco fatores principais que contribuem para o aumento dos custos de transporte. O maior contribuidor é o custo dos riscos associados às hostilidades militares no Estreito de Ormuz. Além disso, as operações de transferência de petróleo entre navios fora da Baía Persa, o combustível marítimo caro, as dificuldades operacionais dos tanques e o uso limitado da frota iraniana contribuem para o aumento dos custos.

Em Singapura, o preço do combustível marítimo subiu de 428 para 919 dólares por tonelada. Devido aos problemas de segurança em Ormuz, os navios são forçados a escolher rotas alternativas, o que aumenta tanto o tempo quanto os custos operacionais da viagem.

A Índia cobre grande parte de suas necessidades de petróleo bruto através de importações, portanto, o aumento do custo do frete aumenta os custos das empresas de marketing de petróleo (OMC). Se as empresas não aumentarem os preços da gasolina e do diesel proporcionalmente aos custos crescentes, isso exercerá pressão sobre sua margem de marketing. A Jefferies prevê que as empresas de petróleo sofrerão um prejuízo de marketing de 28 rúpias por litro de gasolina e 34 rúpias por litro de diesel.

No entanto, o alto custo de entrega não significa um aumento imediato nos preços de varejo. O preço final será influenciado pela disposição das empresas de petróleo em cobrir os custos crescentes por conta própria ou se passarão parte desses custos aos consumidores. Os descontos dos produtores de petróleo bruto e a política governamental também desempenharão um papel importante.

Se as tarifas de frete permanecerem altas por um longo período, isso continuará a pressionar a margem das empresas de petróleo. Além disso, o aumento dos custos em setores como transporte e produção pode afetar a inflação geral. O aumento dos preços dos combustíveis geralmente leva ao aumento dos custos de transporte de mercadorias, produção e muitos outros serviços.

A pressão também é sentida no mercado de gás natural. De acordo com a Jefferies, o preço spot do GNL aumentou 12% em uma semana, atingindo 29 dólares por milhão de unidades térmicas britânicas (MMBtu). O tempo necessário para normalizar as cadeias de suprimentos, bem como a demanda de inverno, podem sustentar os preços elevados do gás. O futuro da Índia depende da velocidade de normalização das rotas marítimas na Ásia Ocidental e do ritmo de queda do frete. Para obter alívio tanto para as empresas de petróleo indianas quanto para os consumidores, é necessário que, além da melhoria no fornecimento de petróleo bruto, o custo de transporte e energia diminua.

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