Usuários da Amazon terão mais tempo para experimentar a Alexa+, pois a gigante de tecnologia decidiu prolongar o período de acesso antecipado por alguns meses. Assim, clientes no Brasil podem testar a nova versão da assistente sem custos.
Inicialmente, o período de degustação estava programado para durar até pelo menos outubro de 2026. No entanto, a Amazon comunicou exclusivamente ao Tecnoblog que expandiu este beta para, no mínimo, fevereiro de 2027.
A companhia afirmou que sempre considerou o acesso antecipado como um ciclo dinâmico, oferecendo aos clientes interessados a chance de usar a Alexa+ e fornecerem feedback para auxiliar no refinamento do produto antes de seu lançamento completo. Essa declaração sugere que ajustes e coleta de opiniões ainda estão em curso.
Vale lembrar que a Alexa+ foi apresentada em fevereiro de 2025, durante um evento realizado em Nova York, nos Estados Unidos. Naquela ocasião, executivos da Amazon explicaram que a nova funcionalidade emprega inteligência artificial generativa para gerar respostas mais detalhadas.
Isso significa que funcionalidades básicas, como solicitar um temporizador, acender luzes ou avançar para a próxima música, foram superadas. Um usuário que testa a Alexa+ no Brasil relatou bons resultados, destacando a maior eficiência na gestão de agendas quando integrada à conta Google, permitindo que a assistente ajuste compromissos conforme o contexto do usuário.
Adicionalmente, a Alexa+ permite conversas mais naturais; não é necessário mencionar o nome da assistente constantemente, possibilitando perguntas ou comandos extras logo após a primeira interação, como em uma conversa comum. Contudo, o uso de IA generativa pode resultar em atrasos maiores em certas respostas, especialmente em consultas mais complexas, pois a Alexa+ leva mais tempo para processar antes de responder.
A Alexa+ será incluída na assinatura do Amazon Prime, que custa a partir de R$ 19,90 mensais. Há também a opção de assinar apenas a assistente por R$ 99 mensais.
Com o adiamento do acesso antecipado para fevereiro, a Amazon informou que ainda não há uma data definida para o acesso geral à ferramenta, mas prometeu notificar os clientes com antecedência antes dessa transição.


