Motoristas da África do Sul são lembrados da necessidade de renovar 2,2 milhões de licenças antes dos feriados
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Motoristas da África do Sul são lembrados da necessidade de renovar 2,2 milhões de licenças antes dos feriados

Os motoristas em toda a África do Sul são fortemente aconselhados a renovar suas licenças de veículos a tempo antes da temporada de feriados, pois mais de 2,2 milhões dessas licenças expiram em novembro e dezembro.

A Corporação de Gestão de Tráfego (RTMC) informou que o maior número de licenças a serem atualizadas está em Gauteng, seguido por Western Cape e KwaZulu-Natal.

A Corporação pediu aos motoristas que renovem seus documentos a tempo para evitar atrasos e garantir a legalidade de seus veículos durante os períodos de viagens festivas intensas.

A RTMC enfatizou: «Como se espera um aumento significativo no tráfego durante a temporada de feriados, recomenda-se que os motoristas renovem as licenças e carteiras de motorista antes do vencimento para evitar atrasos desnecessários e garantir o cumprimento das leis de trânsito».

Foi esclarecido que 2.248.795 licenças expiram em dois meses, sendo Gauteng a maior parte com 851.687 licenças, seguido por Western Cape com 374.761 licenças e KwaZulu-Natal com 327.014.

A RTMC informa que os motoristas podem usar a plataforma online NaTIS para renovar as licenças e recebê-las em casa ou no local de trabalho.

Além disso, recomenda-se aos motoristas que utilizem o horário de funcionamento estendido dos centros de testes de carteira de motorista da RTMC (DLTC), que funcionam sete dias por semana, de domingo a segunda-feira, das 07:00 às 21:00. A Corporação acrescentou que esses horários estendidos oferecem aos motoristas oportunidades adicionais para atualizar suas carteiras de motorista antes do início do período festivo intenso.

A Corporação também aconselha fortemente os motoristas a verificar a condição de seus veículos antes das viagens, prestando atenção especial aos pneus, freios, faróis e limpadores de para-brisa. Recomenda-se aos motoristas descansar adequadamente antes de longas viagens, fazer paradas regulares e evitar dirigir sob fadiga.

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Mais de dois milhões de carteiras de motorista expirarão em novembro e dezembro, levando a Corporação de Gestão de Tráfego (RTMC) a recomendar enfaticamente que os motoristas se preparem para uma viagem mais segura durante o período festivo.

Durante novembro e dezembro de 2026, mais de 2.248.795 carteiras de motorista expirarão na África do Sul. Esta situação leva a RTMC a pedir aos condutores que renovem seus documentos a tempo e coloquem os veículos em condições adequadas antes do início da agitada temporada festiva.

O aviso foi emitido em meio à esperada grandeumento no fluxo de tráfego durante as férias. A RTMC pede aos motoristas que verifiquem se seus carros estão em ordem, se suas carteiras de motorista e documentos do veículo estão válidos, e se eles estão fisicamente preparados para viagens longas.

A maior parte corresponde à região de Gauteng, onde são necessários 851.687 renovações. Na segunda maior região, Western Cape, há 374.761 carteiras, e a terceira é KwaZulu-Natal, com 327.014 carteiras. Estes dados, publicados pela RTMC, demonstram a escala do trabalho administrativo que aguarda os motoristas e os serviços de licenciamento antes do início do período de viagens festivas.

Os motoristas foram aconselhados a renovar as carteiras online, se possível, e a organizar a entrega dos documentos em casa ou no local de trabalho. A renovação atempada ajudará a evitar a necessidade de deixar documentos importantes nas últimas semanas do ano, quando os serviços de licenciamento podem enfrentar uma procura elevada.

A RTMC também informou sobre o aumento das horas de funcionamento de seu Centro de Testes de Carteira de Motorista. O centro funciona sete dias por semana, das 7h às 21h, oferecendo aos motoristas oportunidades adicionais para renovar suas carteiras antes que a temporada de viagens festivas comece totalmente.

A Corporação enfatizou que manter os documentos de transporte e de motorista atualizados é apenas parte da preparação para a viagem. A RTMC salientou que a conformidade administrativa deve ser acompanhada por verificações básicas de segurança e um estilo de condução responsável.

A Corporação recomenda enfaticamente que os motoristas inspecionem e realizem a manutenção de seus veículos antes de embarcar em viagens longas. Deve-se prestar especial atenção aos pneus, freios, faróis, limpadores de para-brisa e outros elementos vitais de segurança. Estas verificações são especialmente importantes em viagens com clima úmido, pois são esperadas precipitações em várias partes do país durante a temporada festiva, e os motoristas são aconselhados a ter cautela ao conduzir em estradas molhadas.

Os motoristas devem garantir que os pneus proporcionam tração suficiente, que os limpadores funcionam corretamente e que todos os faróis estão em boas condições. Estas verificações simples contribuem para melhorar a visibilidade, a travagem e o controlo do veículo em condições difíceis.

A RTMC também apelou aos motoristas de transporte pesado para que realizem os exames médicos apropriados antes de viagens longas. O objetivo deste requisito é garantir que os motoristas estejam aptos clinicamente para conduzir e capazes de lidar com a carga de deslocamentos prolongados.

Os motoristas foram lembrados da necessidade de descanso adequado, de evitar dirigir sob fadiga e de fazer paragens regulares durante rotas longas. Os operadores de transporte também são responsáveis por garantir a aptidão de seus motoristas para o trabalho e o estado seguro dos veículos antes do envio.

A fadiga pode afetar negativamente a concentração, o julgamento e o tempo de reação. Planear paragens antes da viagem é uma forma prática de evitar continuar a conduzir quando o motorista já não é capaz de conduzir o veículo com segurança.

A RTMC declarou que a segurança nas estradas começa antes mesmo do início da viagem. Um planeamento correto, condução responsável e manutenção regular são necessários para reduzir acidentes, lesões e mortes durante a temporada festiva.

Foi lembrado aos motoristas de respeitar os limites de velocidade estabelecidos, manter uma distância segura e nunca dirigir sob influência de álcool. Cada passageiro no veículo deve usar o cinto de segurança durante toda a viagem.

A RTMC concluiu que «A segurança nas estradas começa antes do início da viagem: um planeamento correto, comportamento responsável ao volante e manutenção regular são condições indispensáveis para reduzir acidentes de trânsito, lesões e mortes na próxima temporada festiva».

Dado o iminente vencimento de mais de dois milhões de carteiras de motorista, a renovação da documentação é um passo imediato que os motoristas podem tomar antes de viajar. Verificar o estado técnico do veículo e garantir que os motoristas estejam descansados e aptos para conduzir são aspectos igualmente importantes da preparação para estradas mais seguras.

A mensagem da RTMC é dirigida a motoristas, motoristas de transporte pesado e operadores de transporte: as viagens festivas devem começar com documentos válidos, um veículo devidamente mantido e um motorista pronto para viajar.

Licenciamento de 2026 torna-se obrigatório para todos os veículos em Minas Gerais a partir de 1º de novembro
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Licenciamento de 2026 torna-se obrigatório para todos os veículos em Minas Gerais a partir de 1º de novembro

O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) referente ao ano de 2026 passará a ser mandatório para todos os automóveis registrados no estado de Minas Gerais a partir do próximo domingo, dia 1º de novembro. Nesta data, encerra-se o período de ajuste para os veículos cujas placas terminam em 7, 8, 9 e 0.

Para os veículos com placas finalizadas em 1, 2 e 3, a exigência deste documento já estava em vigor desde 1º de setembro. Já para os finais 4, 5 e 6, a obrigatoriedade teve início em 1º de outubro.

Como verificar a situação do veículo

De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG), o estado possui um total de 13.988.007 veículos cadastrados. Deste montante, aproximadamente 71%, correspondendo a 9.951.827 unidades, já possuem a documentação de 2026 em ordem. Contudo, ainda há 4.036.180 veículos que não foram licenciados neste ano.

Analisando os veículos irregulares, verifica-se que 2.150.861 tiveram seu último licenciamento entre 2021 e 2025, enquanto 1.885.319 não passam por licenciamento desde antes de 2020.

É importante notar que circular sem o licenciamento atualizado constitui uma infração gravíssima, sujeita a multa, à aplicação de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e à remoção do veículo.

Antes de obter o documento, o proprietário deve confirmar se há débitos ou quaisquer pendências que possam impedir o licenciamento. Essa verificação é gratuita e pode ser realizada pela internet, seguindo estes passos: acessar o Portal de Serviços do Detran-MG, selecionar a opção «Veículos», escolher «Consultar a situação do veículo», efetuar o login utilizando a conta gov.br e fornecer os dados solicitados.

Nesta consulta, é possível checar pendências relativas a multas, autuações, restrições financeiras, impedimentos administrativos, chamadas de recall, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e a Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículo (TRLAV).

O Detran-MG esclarece que o CRLV somente será emitido após a quitação de todos os débitos devidos, a visualização desses pagamentos no sistema e a regularização de quaisquer impedimentos existentes.

Como emitir o CRLV digital

Após a devida regularização, o CRLV digital (CRLV-e) pode ser obtido sem custos através do site do Detran-MG, do aplicativo MG App ou do aplicativo CNH do Brasil. Este documento eletrônico possui a mesma validade da versão impressa e pode ser apresentado diretamente pelo celular. Além disso, ele pode ser consultado mesmo sem conexão com a internet, desde que tenha sido previamente salvo no dispositivo.

O Detran-MG também aconselha os condutores a utilizar exclusivamente canais e aplicativos oficiais para prevenir fraudes, recomendando que confirmem os dados do beneficiário antes de realizar qualquer pagamento.

Toyota Corolla celebra 60 anos, destacando suas seis versões esportivas históricas
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flatout.com.br

Toyota Corolla celebra 60 anos, destacando suas seis versões esportivas históricas

Em 2026, o Toyota Corolla completará seis décadas de existência. Embora frequentemente associado ao estereótipo de um veículo conservador, apelidado de «Vovorolla» e visto como uma opção segura e confiável, o Corolla possui uma rica história de versões esportivas que desafiam essa reputação.

Lançado no Japão em novembro de 1966, o Corolla levou menos de dez anos para alcançar a liderança global de vendas anuais em 1974. Em 1997, ele superou o Volkswagen Fusca, tornando-se o automóvel mais vendido de todos os tempos, somando mais de 57 milhões de unidades ao longo de suas 12 gerações.

Contudo, por trás da imagem de previsibilidade e tranquilidade, a Toyota sempre ofereceu edições esportivas notáveis. Essas versões, muitas vezes ignoradas por entusiastas, demonstram que o Corolla sempre teve potencial para ser um carro dedicado ao desempenho, começando desde os anos 1960.

Corolla Sprinter (E10 – 1968)

No contexto do auge do milagre econômico japonês em 1966, o Corolla surgiu focado na excelência, graças ao engenheiro Tatsuo Hasegawa, chefe do projeto. Sua filosofia de design era baseada em um sistema de avaliação de «mais de 80 pontos», visando um equilíbrio geral superior a 90 em todos os aspectos do veículo.

O lançamento inicial em 1966 apresentou o modelo como sedã e perua, mas já incluía toques esportivos, como o motor K de 1,1 litro, câmbio de quatro marchas no assoalho e detalhes no painel. A suspensão, embora não revolucionária, era bem ajustada, proporcionando uma condução agradável.

Um ano e meio após o sedã, em maio de 1968, foi introduzido o Corolla Sprinter (geração E10 / código de chassis KE15), uma variante cupê fastback com linhas suaves e interior mais jovem. A versão topo de linha, a Sprinter SL, utilizava o motor K-B, alimentado por dois carburadores, elevando a potência para 73 cv a 6.600 rpm. Este cupê de tração traseira, pesando cerca de 730 kg, era extremamente competitivo para a época, custando apenas 30 mil ienes a mais que o sedã.

Este primeiro Sprinter não foi apenas um sucesso comercial; ele estabeleceu o ponto de partida para a divisão esportiva da linha, provando à diretoria da Toyota a demanda por um carro diário com capacidade de entretenimento nos fins de semana.

Corolla Levin TE27/Trueno (E20 – 1972)

A segunda geração do Corolla (E20), lançada em 1970, aproveitou o crescimento do mercado japonês e incorporou a filosofia Kaizen da Toyota, adicionando conforto, um tanque de 45 litros e itens de luxo como ar-condicionado e rádio AM/FM. O sucesso foi imediato, dobrando a produção para 2,4 milhões de unidades nos primeiros anos.

A mudança significativa para os entusiastas ocorreu em março de 1972, com o nascimento do Corolla Levin (significando «raio») e seu irmão gêmeo, o Sprinter Trueno («trovão»), ambos homologados como esportivos de rua para pistas e ralis. O código de chassis TE27 apresentava um cupê fastback com uma postura mais agressiva, caracterizada por alargadores pretos rebitados nas caixas de roda.

O diferencial técnico residia na mecânica: o Levin herdou do Celica 1600GT o motor 2T-G, um 1.6 de quatro cilindros com bloco de ferro e cabeçote de alumínio com duplo comando (DOHC), desenvolvido em colaboração com a Yamaha. Alimentado por dois carburadores duplos Solex/Mikuni, o 2T-G gerava 115 cv a 6.400 rpm. Para um carro de apenas 855 kg, isso resultava em uma excelente relação peso-potência para o início dos anos 70.

A engenharia focou no aspecto purista, oferecendo direção mais direta e suspensão firme. Além disso, nas versões Twin Cam, a Toyota eliminou o servofreio, exigindo que o motorista controlasse a frenagem puramente com o pé, o que era vendido como um atributo esportivo. Esse conjunto permitiu ao Levin TE27 vencer competições de rali, como o Rali dos 1000 Lagos em 1975, com Hannu Mikkola ao volante.

Devido à alta demanda, a Toyota lançou o «Levin J» (Junior) em 1973, uma versão de entrada com o motor 2T-B de comando no bloco e 105 cv, tornando a linha mais acessível. Com uma produção limitada a cerca de 5.000 unidades anuais, o TE27 solidificou o legado do Levin.

Corolla Levin/Sprinter Trueno AE86 (E80 – 1983)

Chegamos ao icônico AE86. Na quinta geração, em 1983, a Toyota mudou a linha familiar para tração dianteira com motor transversal para ganhar espaço e eficiência. No entanto, a fabricante manteve a plataforma de tração traseira com motor longitudinal exclusivamente para as variantes cupê e liftback de duas portas, criando o Corolla Levin (com faróis fixos) e o Sprinter Trueno (com faróis escamoteáveis).

Sob o código de chassis AE86, foi criado o ápice dos esportivos leves e baratos de tração traseira daquela época. Seu coração era o motor lendário 4A-GE 1.6 16V, um quatro-cilindros DOHC com bloco de ferro e cabeçote de alumínio, também desenvolvido com a Yamaha. Equipado com injeção eletrônica e o sistema de admissão variável T-VIS, ele produzia 130 cv a 6.600 rpm nas especificações japonesas.

Embora pareça modesto hoje, para um carro de apenas 920 kg com distribuição de peso próxima a 50:50 e freios a disco nas quatro rodas, essa potência era mais que suficiente. O 4A-GE provou ser uma tela em branco cultuada na preparação, aceitando modificações extremas, desde comandos de válvulas agressivos até setups turbo, com preparadores como TRD, Tomei e HKS ultrapassando os 200 cv aspirados e excedendo 300 cv nos sobrealimentados.

Nas pistas, o AE86 dominou campeonatos de turismo globais, como o JTCC japonês e o BSCC britânico, graças à sua agilidade. Contudo, sua imortalidade veio nas estradas de montanha, as famosas touge. Pilotado por Keiichi Tsuchiya, conhecido como o eterno Drift King, o Hachi-Roku tornou-se símbolo da cultura de derrapagem controlada e protagonista do mangá e anime Initial D.

O AE86 se tornou uma lenda não por ser o mais rápido em linha reta, mas pela combinação ideal de baixo peso, tração traseira e um motor ávido por altas rotações. Ele marcou o auge da tração traseira na Toyota, mas isso não diminui os Corolla esportivos subsequentes, apenas os diferencia.

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