Simon Harmer sugere que os Proteas precisam de uma atuação 'espetacular' para manter as esperanças no Teste de Newlands
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Simon Harmer sugere que os Proteas precisam de uma atuação 'espetacular' para manter as esperanças no Teste de Newlands

Simon Harmer comentou que os Proteas precisarão de 'algo espetacular' se quiserem garantir uma vitória na partida decisiva da série e, consequentemente, reivindicar a classificação mundial número 1 da ICC em Newlands.

Os campeões do Teste Mundial conseguiram restringir a Austrália a uma vantagem de 100 corridas durante a terceira sessão matinal, o que manteve a possibilidade de uma vitória de recuperação para a equipe da casa. Essa perspectiva pareceu fortalecer-se quando Marques Ackerman e Temba Bavuma formaram uma parceria de 64 corridas, reduzindo a diferença para apenas cinco corridas com oito wickets restantes.

No entanto, o ímpeto foi interrompido pela eliminação de Ackerman por 62, seu segundo cinquenta do Teste, após um arremesso rápido de Mitchell Starc. Subsequentemente, a tragédia aconteceu na penúltima over do dia quando Nathan Lyon eliminou com sucesso o capitão Temba Bavuma.

Isso deixou os Proteas em 140/4, mantendo uma vantagem exata de 40 corridas com seis wickets ainda disponíveis. A equipe agora enfrenta um desafio significativo, exigindo um esforço notável. O meio-alançador dos Proteas, Simon Harmer, que pegou 4 wickets por 104 corridas na primeira entrada da Austrália, deve desempenhar um papel crucial nos próximos dias.

Harmer declarou: 'A série está empatada em 1-1 e vai se resumir a acertar a bola na área certa o maior número de vezes possível. Estou apenas tentando manter as coisas o mais simples possível, entender a ocasião, aproveitar, aproveitar a pressão e, esperançosamente, fazer algo espetacular.'

'Temos dois batedores muito capazes na taça e ainda há muita rebatida pela frente, então haverá baixas ao longo do caminho e você só espera que pequenas coisas comecem a correr a seu favor e que você consiga atingir uma pontuação que nos dê uma chance de derrubá-los na quarta entrada', acrescentou ele.

'É clichê e simplista, mas a parte mais importante deste jogo para nós é a primeira hora amanhã (quinta-feira) de manhã. Não podemos nos deixar levar demais pelo que queremos e pelo que seria bom e pelo que é defendível, porque qualquer que seja isso não é alcançável se essa primeira hora não correr bem. Então, tenho certeza de que os papos serão sobre isso, apenas garantindo que não nos deixemos levar demais e olharmos muito longe. Que tentemos manter as coisas o mais simples possível e apenas garantirmos que, se tivermos uma boa hora amanhã de manhã, isso nos colocará em uma posição muito mais forte do que tentar fazer 200 e nos distrairmos.'

Uma grande questão para os Proteas durante este terceiro Teste tem sido sua dificuldade em responder à estratégia de bola curta da Austrália. Isso foi evidente novamente na quinta-feira, quando o número 3 dos Proteas, David Bedingham, foi eliminado pela segunda vez depois de tentar um golpe de gancho na linha de fundo, e Ackerman também caiu contra um bouncer rápido.

Harmer observou que, embora os batedores dos Proteas tenham conduzido análises minuciosas, ele acredita que 'todos têm um plano até serem socados no rosto'. Ele elaborou: 'Houve conversas sobre a bola curta, como queremos jogá-la, como queremos fazer nosso negócio, mas acho que todos têm um plano até serem socados no rosto. E uma vez que você entra em uma zona de guerra, é uma história completamente diferente.'

'Eu sei que haverá muitas conversas sobre isso, mas acho, como aludi anteriormente, que há muitas coisas acontecendo naquele momento. É uma decisão de fração de segundo e às vezes você toma a decisão errada e paga o preço. Acho que esse é provavelmente o aspecto mais difícil de ser um batedor. Você comete um erro e é o fim do seu dia, ou você nem precisa cometer um erro, você recebe uma boa bola.'

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O primeiro momento significativo ocorreu em janeiro de 1970, quando a África do Sul conseguiu vencer a Austrália pela primeira vez em Newlands. Anteriormente, a Austrália havia vencido os primeiros seis jogos entre essas equipes neste estádio, mas a subsequente quebra sul-africana mudou essa sequência. Eddie Barlow marcou 127 pontos na primeira entrada, permitindo que os anfitriões obtivessem sua primeira vitória contra a Austrália neste campo.

No segundo caso, em março de 2002, destacou-se o brilhante final de Ricky Ponting no 100º jogo de Shane Warne. Após a derrota no jogo anterior em Wanderers, onde os Proteas sofreram uma recorde de 360 corridas, a equipe conseguiu se recuperar. Graças aos esforços de Andrew Hall, Paul Adams e Neil McKenzie, os Proteas demonstraram luta durante o verão de 2001/2002. No entanto, isso não foi suficiente, pois a Austrália obteve sucesso ao alcançar 331 pontos no tenso último dia. Ponting completou seu centésimo jogo sem ser eliminado, marcando 100 pontos, e garantiu a vitória, acertando um seis contra Adams.

Shane Warne, jogando em seu 100º jogo, também desempenhou um papel fundamental, pegando oito wickets, o que ajudou a Austrália a encerrar a série.

O terceiro episódio memorável aconteceu em março de 2009, quando os Proteas conseguiram marcar uma quantidade enorme de pontos. Embora a série já estivesse perdida, os anfitriões demonstraram espírito de luta, acumulando impressionantes 651 pontos. Entre os contribuintes estavam AB de Villiers com 163 pontos, Ashley Prince com 150 pontos e Jacques Kallis com 102 pontos incompletos. A entrada de Prince foi particularmente significativa, pois este batedor agressivo foi movido para o início da batida junto com o debutante Imran Khan. Prince expressou publicamente sua insatisfação com essa mudança, especialmente após uma discussão durante o jogo em casa contra alguns companheiros de equipe dos Proteas. A vitória foi garantida pelo spinster canhoto Paul Harris, que pegou seis wickets na segunda entrada da Austrália, assegurando uma vitória dominante. Esta entrada permanece como uma das maiores demonstrações de jogo dos Proteas em Newlands.

Em novembro de 2011, Philander inspirou a equipe a uma incrível virada. O capitão da Austrália, Michael Clarke, teve um dos melhores innings testemunhados pelos espectadores de Newlands, marcando magistrais 151 pontos. O valor dessa conquista aumentou quando a África do Sul foi eliminada com apenas 96 pontos, dando aos visitantes uma vantagem confortável de 188 pontos na primeira entrada. No entanto, então veio um dia louco, gravado para sempre nas lendas do campo histórico. O debutante dos Proteas, Vernon Philander, destruiu os visitantes, pegando 5 wickets por 15 pontos, depois que a Austrália foi eliminada com apenas 47 pontos. Isso deu início a uma das reviravoltas mais memoráveis dos Proteas, pois os anfitriões alcançaram facilmente 236 pontos.

O último momento registrado ocorreu em março de 2018, quando a África do Sul obteve uma vitória convincente sobre a Austrália no terceiro jogo. Morne Morkel pegou 5 wickets por 23 pontos na última entrada, quando os visitantes desmoronaram, marcando apenas 107 pontos ao perseguir 430. No entanto, o jogo ganhou notoriedade triste devido ao escândalo de bola falsa, no qual estavam envolvidos Cameron Bancroft, Steve Smith e David Warner. Foi uma grande vitória dos Proteas, ligada para sempre a uma das intrigas esportivas mais famosas do críquete.

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Após dois jogos tensos, nos quais ambas as equipes sofreram golpes sérios, África do Sul e Austrália seguem para Newlands para o confronto final do ciclo de teste pesado, que está empatado em 1:1.

A Austrália deu o primeiro golpe em Durban, e depois Themba Bavuma derrubou os Proteas com um poderoso contra-ataque em Gqeberha.

Embora o campeonato mundial não seja disputado em Cidade do Cabo, as apostas permanecem altas. A vitória permitiria à África do Sul obter sua segunda série consecutiva de vitórias em casa contra seu arqui-rival e deslocar a Austrália da posição de líder mundial no ranking nº 1.

Para o time dos Proteas, que frequentemente teve que defender seu status de Campeão Mundial de Testes, essa perspectiva é extremamente atraente. Mesmo depois de derrotarem a Austrália na final do Campeonato Mundial de Testes do ano passado em Lord's, os céticos continuaram a considerá-los 'campeões de papel'.

No entanto, o jogador-defensor Ryan Rickelton não pretende se distrair da tarefa atual. Ele observou que após vencer o CM, Bavuma conversou com a equipe, enfatizando que o objetivo é deixar uma impressão mais duradoura e confirmá-la jogando contra as melhores equipes do mundo.

Rickelton acrescentou que a Austrália foi por muito tempo a melhor e mais forte equipe do mundo. Ele acredita que mesmo vencer contra eles em casa é uma grande conquista. No entanto, falando sobre um quadro mais amplo, ele mencionou o próximo torneio doméstico de verão, que, se bem-sucedido, pode levar a equipe à final do CM em Londres em junho.

Ele concluiu que enquanto ambas as equipes estão em uma situação muito equilibrada, reconhecendo que a Austrália tem uma vantagem significativa no críquete mundial devido ao histórico recente e passado. Atualmente, a equipe está apenas lutando pelo próximo dia, esperando ter uma boa semana.

O placar atual de 1:1 lembra a série de 2018, quando as equipes chegaram a Cidade do Cabo após batalhas em Durban e Gqeberha. Rickelton, que não participou desse confronto, reconhece a importância dessa situação familiar.

Ele declarou que agora eles estão em uma situação semelhante de 1:1 antes do último jogo da série em Cidade do Cabo contra uma equipe forte, o que confere confiança e significado. O time está focado em jogar bem, e o sucesso nesta semana dará um impulso significativo à equipe, à comissão técnica e aos seus métodos de trabalho. Eles estão concentrados em cumprir a tarefa atual e manter a estabilidade na abordagem aos jogos.

O terceiro e último jogo está programado para terça-feira.

Capitão da Nova Zelândia discute o potencial do jovem jogador indiano Vaibhav Suryavanshi antes da série T20
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Capitão da Nova Zelândia discute o potencial do jovem jogador indiano Vaibhav Suryavanshi antes da série T20

A capitã da equipe da Nova Zelândia, Michelle Santner, elogiou muito o jogo agressivo do jovem jogador indiano Vaibhav Suryavanshi, observando que seria difícil detê-lo se lhe fosse dada a oportunidade de jogar na série T20 de cinco partidas. No entanto, a equipe da Nova Zelândia preparou sua estratégia contra este atleta de 15 anos. O primeiro jogo da série T20 entre Índia e Nova Zelândia ocorrerá na quinta-feira.

Desde que foi incluído no elenco da equipe indiana para a turnê na Inglaterra, Vaibhav recebeu um número limitado de minutos de jogo. A principal razão para isso foi o excelente desempenho do batedor titular Abhishek Sharma e Sanju Samson. Anteriormente, na última série T20 contra as Ilhas Índicas Ocidentais, Vaibhav também não conseguiu entrar no time titular.

Em uma coletiva de imprensa antes do início da série, Santner comentou sobre o jogo de Vaibhav, afirmando que a equipe da Nova Zelândia está bem familiarizada com suas habilidades e desenvolveu uma tática correspondente. Ela enfatizou que, apesar de Vaibhav não ter participado da série anterior, eles sabem que ele é um bom jogador por terem visto suas atuações na IPL. Santner acrescentou que Vaibhav tem a chance de desempenhar um papel importante na equipe indiana, tanto nesta série quanto no futuro.

Ela continuou que observou o que ele é capaz de fazer se lhe for dada uma chance na série atual e notou que foi bastante difícil pará-lo. Santner lembrou como os arremessadores na Inglaterra frequentemente usavam bolas curtas contra batedores indianos e também viu na IPL o quão agressivamente Vaibhav pode jogar. Ela garantiu que eles têm planos específicos caso ele entre em campo.

Santner também expressou sua opinião sobre o retorno do experiente arremessador rápido Bhuvneshwar Kumar ao time indiano de T20 após quase quatro anos de ausência. A capitã da Nova Zelândia acredita que as condições na Nova Zelândia podem ser adequadas para Bhuvneshwar, que domina magistralmente a rotação e o movimento da bola no ar. Santner sugeriu que Bhuvneshwar poderia tirar proveito se o campo ajudasse um pouco a bola, observando que ele também fazia a bola girar em coberturas planas indianas. Ela acrescentou que ele pode se tornar um sério problema para os batedores da Nova Zelândia com uma bola nova.

Ela mencionou que na Índia os jogos de T20 frequentemente terminam com grandes placares e facilidade de perseguição. Santner afirmou que as condições para os arremessadores na Índia se tornaram difíceis, enquanto na Nova Zelândia Bhuvneshwar pode enfrentar condições mais favoráveis.

Santner espera que o jogo de arremessadores domine na série T20. No entanto, ela reconheceu que as condições podem mudar rapidamente dependendo do estado do campo e do clima. Ela sugeriu que os arremessadores podem ter vantagem no primeiro jogo, enquanto a reutilização do mesmo campo no segundo jogo pode facilitar o jogo dos batedores. Portanto, ambas as equipes terão que mudar suas estratégias de acordo com as circunstâncias em mudança.

Santner classificou a equipe indiana como forte, observando que a Team India tem jogado bem por um longo tempo. No entanto, ela lembrou que os campos saltitantes na Nova Zelândia serão diferentes das condições domésticas para os jogadores indianos. Ela também mencionou que a Índia venceu recentemente a Nova Zelândia em uma série T20 por 4-1. Após cinco jogos T20 entre Índia e Nova Zelândia, haverá também cinco jogos ODI e dois Testes. Segundo Santner, dadas as condições de agenda apertada e circunstâncias em constante mudança, ambas as equipes precisarão usar efetivamente todo o seu elenco para obter bons resultados.

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