Jotabê celebra 50 anos do sucesso do samba 'Malandro' em show com Jorge Aragão
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Jotabê celebra 50 anos do sucesso do samba 'Malandro' em show com Jorge Aragão

Jotabê, um colaborador menos conhecido de Jorge Aragão, está celebrando os 50 anos de sucesso do samba 'Malandro' em um espetáculo intitulado 'Malandro 50 anos – Jotabê convida'.

Em 1976, Elza Soares apresentou ao Brasil o samba "Malandro", gravado para o álbum "Lição de vida", momento em que a cantora carioca revelou os dois compositores da canção. Um deles era Jorge Aragão, que rapidamente demonstrou seu talento como cantor, inicialmente fazendo parte do grupo Fundo de Quintal e, posteriormente, iniciando sua carreira solo a partir de 1981.

O outro compositor, João Batista Alcântara, conhecido artisticamente como Jotabê, tinha apenas 20 anos na época, tendo nascido em 19 de junho de 1946, em Santa Cruz, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Apesar de ser um parceiro essencial de Aragão entre 1976 e 1983, ele permaneceu praticamente desconhecido do público durante esses cinco décadas.

No entanto, Jotabê agora terá a oportunidade de se apresentar para comemorar os 50 anos de "Malandro". É importante notar que, embora tenha sido lançado em 1976, o samba foi composto por Aragão e Jotabê oito anos antes, em 1968, muito antes de ganhar a projeção alcançada pela gravação de Elza Soares.

Com direção e roteiro de Marcos Salles, o parceiro discreto de Jorge Aragão subirá ao palco do Teatro Rival, localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ), para conduzir o show "Malandro 50 anos – Jotabê convida".

O anfitrião do evento revisitará sua trajetória como compositor, apresentando sambas criados em colaboração com Jorge Aragão, tais como "Cabelo pixaim" (1977), "Logo agora" (1979), "Bar da esquina" (1980), "Leva e traz" (1981), "Má intenção" (1981), "Pedaço de ilusão" (1981) e "Meu pensamento" (1983). O show contará com a participação do grupo Samba e Água Fresca, além de Bia Ferraz, Marquinho China, Wanderley Monteiro e Weber Werneck.

Michel Sapienza é responsável pela direção musical e pelos arranjos do espetáculo, onde Jotabê celebra seus 80 anos de vida e os 50 anos do lançamento de "Malandro", além de homenagear outras parcerias com compositores como Marquinhos China, Sombrinha e Wanderley Monteiro.

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Aos 70 anos, Oswaldo Montenegro mantém uma rotina ativa, lançando um álbum anualmente, onde ele alterna entre releituras de suas próprias composições e a apresentação de músicas inéditas, tanto em palcos quanto em estúdios.

O disco intitulado 'Serenata', lançado na sexta-feira, 23 de outubro, é um trabalho executado apenas com voz e piano. Neste álbum, Montenegro revisita seu próprio cancioneiro, ao mesmo tempo em que explora obras de Chico Buarque e Dolores Duran.

Entre as regravações, ele interpreta 'Valsinha' (1971), uma parceria de Chico Buarque com Vinicius de Moraes (1913 – 1980), e dá voz à obra 'A noite do meu bem' (1959) de Dolores Duran (1930 – 1959). O cantor se acompanha ao piano, criando um ambiente intimista.

Este lançamento sucede o single 'Como se estivesse fora', divulgado em 16 de outubro. Este single continha uma gravação da parceria de Montenegro com Mongol (1957 – 2021), que foi originalmente apresentada em 1980. O repertório de 'Serenata' é majoritariamente composto por canções da vasta discografia do próprio artista.

'Lua e flor' (1984) e 'Agonia' (Mongol, 1980) são algumas das faixas mais conhecidas. Outras músicas presentes nas 15 faixas do álbum incluem 'A voz da tela' (Oswaldo Montenegro e Márcio Guimarães, 1995), 'Estrela de neon' (Mongol, 1992), 'Luzes acesas' (2023), uma parceria recente com Raimundo Fagner, e 'Rasura' (1999).

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