Duma do MEC afirma que a indústria de táxis na KZN gera mais de 20 bilhões de rand por ano
Leia mais
IOL
iol.co.za

Duma do MEC afirma que a indústria de táxis na KZN gera mais de 20 bilhões de rand por ano

O Ministro dos Transportes da KZN, Siboniso Duma, declarou que a indústria de táxis da província transporta mais de cinco milhões de passageiros diariamente e emprega mais de 100.000 pessoas.

Duma enfatizou a contribuição econômica do setor e sua transformação nos últimos 25 anos, em comemoração ao aniversário de prata do South African National Taxi Council (SANTACO), evento que foi marcado com um jantar de gala no fim de semana.

Em sua declaração, Duma destacou que o aniversário foi uma oportunidade para reconhecer o papel da organização na transformação do setor de transporte público e na melhoria da vida das pessoas.

Ele afirmou: «Reunimo-nos não apenas para celebrar o aniversário desta organização gigante, mas também para refletir sobre o papel crítico que o SANTACO desempenhou ao longo de muitos anos na melhoria da qualidade de vida das pessoas desta província e do país».

Duma explicou que após o apartheid, a indústria de táxis sofreu grandes mudanças, pois os operadores de táxi negros enfrentavam restrições para participar legalmente no setor formal de transporte público. Os pedidos de licenças de operação eram intencionalmente rejeitados, forçando muitos empresários negros a trabalhar ilegalmente.

Duma elogiou o governo democrático sob o ex-presidente Nelson Mandela por liderar o processo de transformação, mencionando especificamente o ex-ministro dos Transportes da KZN, Sbu Ndebele, por sua participação na expansão da participação negra no setor. Duma informou que «com um orçamento inicial de apenas 8 milhões de rand, ele garantiu a entrada acelerada dos africanos no setor de transporte público».

Desde então, o setor evoluiu: operadores de táxi criaram empresas bem-sucedidas, e alguns expandiram-se para serviços de ônibus. Duma observou que a posse de caros minivans de táxi demonstra o crescimento do empreendedorismo negro e o aumento do poder econômico do setor. Ele acrescentou: «É crucial que hoje falemos de empreendedores totalmente estabelecidos que gerenciam minivans Toyota Quantum — cada uma custando mais de um milhão de rand».

Ele também pediu uma mudança na percepção sobre os empresários negros de sucesso, afirmando que visões negativas continuam a minar o reconhecimento de suas conquistas. «Portanto, devemos celebrar este sucesso — orgulhar-nos dele e continuar a desapontar os pessimistas», disse Duma.

Segundo o ministro, há mais de 25.000 táxis em KwaZulu-Natal, que transportam mais de cinco milhões de passageiros diariamente. A indústria gera mais de 20 bilhões de rand anualmente e emprega mais de 100.000 pessoas, com o emprego continuando a crescer. Duma também mencionou que mais de 8.000 táxis na província são de operadoras mulheres, destacando sua contribuição para o setor. Ele concluiu que a indústria de táxis permanece uma parte vital da rede de transporte público da província e uma fonte importante de criação de empregos e transformação econômica.

Histórias semelhantes

Canadá e EAU assinam acordo de livre comércio e discutem tratado de extradição
Leia mais
www.middleeasteye.net

Canadá e EAU assinam acordo de livre comércio e discutem tratado de extradição

O Canadá e os Emirados Árabes Unidos (EAU) celebraram um abrangente acordo de livre comércio e iniciaram negociações sobre um tratado de extradição. De acordo com uma declaração de Ottawa, este tratado permitirá que Abu Dhabi solicite a entrega de indivíduos acusados de crimes.

O anúncio ocorreu após a primeira visita do príncipe herdeiro dos Emirados à capital canadense. Khalid bin Mohammed bin Zayed Al Nahyan passou dois dias com o primeiro-ministro Mark Carney e assinou um Memorando de Entendimento (MoU) para criar um Comitê Militar Conjunto entre as duas partes. Este comitê abrangerá educação e treinamento militar, exercícios conjuntos, cibersegurança e intercâmbio de informações.

O acordo de livre comércio, negociado em um recorde de 47 dias para qualquer das partes, foi nomeado Acordo de Parceria Econômica Abrangente Canadá-EAU (Cepa). Segundo Carney, ele levará à redução ou eliminação total de tarifas em mais de 99% das exportações canadenses para os EAU, a partir do próximo ano.

Carney observou que isso abrirá novos mercados para agricultores canadenses que cultivam feijão e colza, para fabricantes de equipamentos industriais e de energia, bem como para o setor aeroespacial do Canadá e outros inovadores canadenses.

O Ministro do Comércio Internacional do Canadá, Maninder Sidhu, informou na quarta-feira que o Cepa dobrará o comércio bilateral entre Canadá e EAU de US$ 2,4 bilhões para quase US$ 5 bilhões ao longo da próxima década, dando aos negócios canadenses maior acesso à economia dos EAU de US$ 500 bilhões.

Anteriormente, os EAU se comprometeram a investir US$ 50 bilhões em projetos de energia e desenvolvimento do Canadá no ano passado, especialmente no Ártico, após a visita de Carney a Abu Dhabi. Carney afirmou que as discussões desta semana com bin Zayed 'resultaram em progresso significativo' no cumprimento deste compromisso, mas não entrou em detalhes.

Amazon reduz até 250 postos de trabalho na divisão de dispositivos após lançamentos de novos produtos
Leia mais
olhardigital.com.br

Amazon reduz até 250 postos de trabalho na divisão de dispositivos após lançamentos de novos produtos

A Amazon implementou cortes em até 250 posições de trabalho em sua área de dispositivos e serviços nesta quarta-feira, dia 28, em decorrência de uma série de lançamentos de produtos, que incluíram novos leitores Kindle e tablets.

Segundo a agência Reuters, os desligamentos concentraram-se majoritariamente em profissionais dedicados ao desenvolvimento de software e fazem parte de uma reestruturação interna da equipe. A companhia confirmou as demissões após ser contatada pela agência de notícias.

Um porta-voz da empresa declarou em um comunicado que a Amazon tomou a "difícil decisão de eliminar um pequeno número de cargos", mas não especificou a quantidade exata de colaboradores impactados. Fontes próximas ao assunto, ouvidas pela Reuters, indicaram que o número de vagas removidas não excede 250.

A justificativa apresentada pela empresa para essa ação é a busca por maior eficiência operacional e o alinhamento da equipe com o planejamento de produtos. Os cortes ocorrem após um período intenso para a divisão de dispositivos da Amazon, que recentemente introduziu novos leitores eletrônicos Kindle, computadores tablet, além de um despertador inteligente e uma moldura digital equipados com a assistente Alexa.

Cherie Robinson, vice-presidente de recursos humanos da divisão de dispositivos e serviços, comunicou aos funcionários que a empresa realizou uma análise completa de sua estrutura e identificou a necessidade de diminuir o quadro de pessoal. A Amazon não forneceu detalhes sobre quais equipes foram afetadas ou se haverá cancelamento de projetos como resultado dessas demissões.

Este novo ciclo de reduções acontece poucas semanas após outro corte de pessoal na corporação. No começo de outubro, a Amazon havia eliminado aproximadamente mil empregos em seu setor principal de varejo, afetando principalmente áreas relacionadas à operação comercial. A atual medida, em contraste, foca na divisão responsável pelos dispositivos e serviços.

A Amazon tem previsão de divulgar seus resultados financeiros do terceiro trimestre na quinta-feira, dia 29, após o encerramento do mercado. Embora o balanço possa trazer mais informações sobre o desempenho da companhia, a empresa não vinculou oficialmente os cortes realizados nesta quarta-feira aos seus resultados financeiros.

Microsoft faturou quase R$ 500 bilhões em um trimestre, impulsionada pelo crescimento de 48% do Azure
Leia mais
olhardigital.com.br

Microsoft faturou quase R$ 500 bilhões em um trimestre, impulsionada pelo crescimento de 48% do Azure

A Microsoft reportou um lucro líquido de US$ 36,6 bilhões, equivalente a cerca de R$ 197,8 bilhões, no último trimestre, representando um aumento de 32% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A receita total da empresa alcançou US$ 92,3 bilhões, o que corresponde a aproximadamente R$ 498,4 bilhões, marcando um crescimento de 19%, sendo este avanço majoritariamente atribuído aos segmentos de inteligência artificial (IA) e serviços de nuvem.

Os resultados, referentes ao período finalizado em 30 de setembro, foram divulgados nesta quarta-feira (28). A corporação superou as projeções do mercado tanto em termos de receita quanto em lucro por ação. O lucro diluído por ação foi de US$ 4,92 (R$ 26,34), superando a estimativa de cerca de US$ 4,72 (R$ 25,27).

Adicionalmente, o lucro operacional atingiu US$ 45,9 bilhões (aproximadamente R$ 247,9 bilhões), um crescimento de 21% anualmente. O lucro líquido ajustado, que desconsidera os aportes da Microsoft na OpenAI, foi de US$ 36,4 bilhões (aproximadamente R$ 196,6 bilhões), um avanço de 18%.

Amy Hood, diretora financeira da companhia, declarou no comunicado de resultados que a empresa obteve um começo robusto para o ano fiscal, com a receita do Microsoft Cloud chegando a US$ 63,9 bilhões e uma aceleração do crescimento para 30% em comparação anual.

O progresso na área de nuvem ocorre paralelamente a investimentos significativos em equipamentos e data centers. Neste trimestre, os gastos de capital da Microsoft, incluindo ativos obtidos via arrendamentos financeiros, somaram US$ 45,2 bilhões (cerca de R$ 244,1 bilhões). Este valor ficou abaixo da previsão inicial da própria empresa, que apontava gastos superiores a US$ 50 bilhões (aproximadamente R$ 270 bilhões) para o período.

Tais investimentos são cruciais para manter a expansão da infraestrutura necessária para os serviços de computação em nuvem e IA. O mercado acompanha de perto o volume de recursos dedicados a equipamentos e data centers para avaliar os custos inerentes a essa expansão.

A Microsoft também enfatizou a implementação de ferramentas de IA e o desenvolvimento de soluções direcionadas a empresas. Satya Nadella, CEO, afirmou que a meta da companhia é aumentar as opções e o controle disponíveis aos clientes, ao mesmo tempo em que fortalece a segurança dos agentes de IA.

A estrutura de resultados da Microsoft passou a ser apresentada em duas grandes unidades: Agents and Infra, que engloba negócios relacionados à infraestrutura e serviços corporativos, e Devices and Consumer, focada em produtos e serviços para o consumidor final.

A divisão Agents and Infra gerou uma receita de US$ 76,8 bilhões (cerca de R$ 414,7 bilhões), com um crescimento de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Esta área abrange não só a nuvem, mas também serviços comerciais e produtos vinculados à IA. A receita de nuvem comercial do Microsoft 365 cresceu 17% em termos reportados, assim como a receita de nuvem destinada a consumidores, que avançou 17%.

Em contrapartida, a divisão Devices and Consumer registrou uma receita de US$ 15,5 bilhões (aproximadamente R$ 83,7 bilhões), o que representa uma redução de 3% na comparação anual. Entre os pontos negativos, a receita proveniente de licenças OEM do Windows e dispositivos sofreu uma queda de 22%. Os serviços e conteúdos do Xbox diminuíram 2%, embora a receita de busca e publicidade, excluindo os custos de aquisição de tráfego, tenha crescido 12%.

Os dados demonstram que o avanço na infraestrutura de nuvem e nos serviços empresariais contrasta com desafios enfrentados em certas áreas mais tradicionais do portfólio da empresa. Além disso, a Microsoft devolveu US$ 10,2 bilhões (cerca de R$ 55,1 bilhões) aos acionistas durante o trimestre, através de dividendos e recompra de ações. Esse movimento ocorreu em um contexto de expansão de receita e lucro, acompanhado por investimentos consideráveis em infraestrutura de computação.

Os resultados não sinalizam apenas um crescimento nos indicadores financeiros; eles também indicam uma alteração na composição dos negócios, com maior relevância dada aos serviços empresariais e à nuvem. O principal desafio para os próximos trimestres será manter o ritmo de expansão do Azure e de outros produtos de IA, enquanto a companhia expande sua capacidade computacional e gerencia os custos dessa estratégia.

Popular