OpenAI inicia testes de anúncios visuais com imagens no ChatGPT
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OpenAI inicia testes de anúncios visuais com imagens no ChatGPT

A OpenAI está prestes a implementar testes de anúncios que incluem elementos visuais dentro do ChatGPT. Este novo formato será apresentado inicialmente durante o processo de geração de imagens e terá a capacidade de exibir produtos, sugestões de uso e experiências associadas aos serviços que estão sendo promovidos.

De acordo com a própria empresa, esses testes começarão neste mês nos Estados Unidos. É importante notar que os anúncios serão claramente identificados e mantidos separados do conteúdo que é gerado pelo ChatGPT, e a companhia assegura que tais propagandas não interferem nas respostas fornecidas pelo chatbot.

Esta atualização complementa um programa de publicidade que já estava disponível no Brasil para usuários das versões gratuitas e do plano Go. Anteriormente, os materiais publicitários exibidos no ChatGPT eram mais simples, contendo apenas texto, o nome da empresa, seu logotipo e um hiperlink para o produto ou serviço. Com a nova adição, o modelo passa a incorporar imagens.

Este avanço faz parte de uma estratégia maior de expansão da publicidade na plataforma. Em agosto, foi divulgado que a OpenAI também estava testando anúncios que permitiam ao usuário iniciar uma conversa com uma inteligência artificial desenvolvida por uma empresa anunciante.

Adicionalmente ao novo formato, a companhia introduziu mais recursos para que as marcas possam monitorar os resultados de suas campanhas no ChatGPT. As métricas disponíveis incluem cliques, conversões e testes projetados para determinar se uma campanha publicitária específica resultou em novas vendas.

A OpenAI garante que os parceiros responsáveis pela verificação de segurança das marcas não terão acesso às conversas privadas dos usuários. Além disso, as políticas da empresa proíbem a veiculação de publicidade em contextos que sejam considerados sensíveis.

Essa distinção entre o conteúdo publicitário e as respostas do sistema é um princípio fundamental adotado pela companhia desde o início dos testes. Quando a publicidade foi introduzida no ChatGPT, a OpenAI declarou que os anunciantes não exerceriam qualquer tipo de influência sobre o material produzido pela IA.

A ampliação dos anúncios ocorre enquanto a OpenAI trabalha para transformar o ChatGPT em uma plataforma cada vez mais integrada à descoberta e aquisição de produtos. A empresa já implementou um recurso de compras que exibe preços, avaliações e links diretos para lojas dentro das conversas. Mais tarde, também possibilitou transações dentro do próprio chatbot em determinados mercados.

Segundo a OpenAI, os anúncios servem para aumentar o alcance gratuito do serviço e constituem uma fonte de receita adicional às assinaturas pagas. No momento, não há uma data definida para quando os anúncios com imagens estarão acessíveis no Brasil ou em outras nações.

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Robô 'W' com função de navegação baseada em inteligência artificial é lançado em shopping center em Jaipur
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Robô 'W' com função de navegação baseada em inteligência artificial é lançado em shopping center em Jaipur

Agora os visitantes do shopping não precisarão perguntar constantemente por direções para encontrar uma loja ou marca específica. A tecnologia de robôs baseada em inteligência artificial foi implementada pela primeira vez em Jaipur no setor de compras. No Parque Mundial de Comércio, um robô de compras chamado «W» começou a operar no sábado, que ajudará os hóspedes a encontrar marcas e lojas, bem como a chegar a elas.

O «W» foi desenvolvido como um assistente de navegação no shopping center. Em sua tela sensível interativa, os visitantes podem consultar informações sobre as marcas e lojas presentes no centro comercial. Após selecionar a loja ou marca desejada, o robô acompanhará o visitante até o destino. Se for necessário subir para outro andar, ele também indicará o caminho para o elevador ou escada rolante mais próximo.

A funcionalidade do robô vai além de apenas indicar a localização das lojas; ele suporta pesquisa de produtos. Isso permite que o visitante procure um item de acordo com suas necessidades e, em seguida, receba navegação para a loja correspondente entre as opções disponíveis. O robô é capaz de se comunicar com os visitantes através de sua tela, fornecendo as informações necessárias.

Atualmente, quatro robôs «W» foram implantados, localizados nos andares inferior e superior dos blocos norte e sul. De acordo com o plano, espera-se expandir este serviço para outros andares, incluindo o estacionamento, até o final deste ano. Seu sistema interativo estará disponível para visitantes de todas as idades, de crianças a idosos.

O robô «W» é equipado com tecnologia de navegação baseada em IA e sistema de prevenção de obstáculos. Isso permite que o robô se mova em direção ao objetivo definido, evitando quaisquer obstáculos dentro do shopping center. Seu peso é de cerca de 65 quilogramas e ele possui uma função de carregamento automático. O robô foi fabricado pela Kody Robots.

Ashmita Bartaria, diretora da WTP, observou que este é o início do uso de tecnologias de IA e robótica em Jaipur. Ela informou sobre planos para implementar robôs humanoides em 2027, que terão aparência humana e serão projetados para se comportar como pessoas.

Assim, o uso de IA em espaços comerciais deixou de se limitar apenas a telas digitais ou pesquisa online. Robôs como este, que combinam navegação, busca de produtos e movimentação física, podem fazer parte da experiência dos visitantes em grandes áreas públicas e comerciais no futuro.

Brasileiros desenvolvem sensores para mapear a maior anomalia magnética da Terra sobre o Brasil
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Brasileiros desenvolvem sensores para mapear a maior anomalia magnética da Terra sobre o Brasil

Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) estão trabalhando no desenvolvimento de novos instrumentos destinados a satélites. O propósito desses novos equipamentos é realizar uma análise minuciosa da Anomalia Magnética do Atlântico Sul (SAMA).

Esta vasta área caracteriza-se por um enfraquecimento notável no escudo magnético terrestre, afetando o Brasil, outras nações da América do Sul, o Oceano Atlântico e a porção sul do continente africano.

Detalhes sobre a proteção magnética da Terra

O campo magnético desempenha um papel crucial como uma barreira protetora contra o fluxo incessante de partículas provenientes do Sol. Segundo Gelvam André Hartmann, professor do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), este campo, em conjunto com a atmosfera, estabelece a magnetosfera. Esta última funciona como um escudo, desviando grande parte dessas partículas e diminuindo sua interação direta com a atmosfera.

Em uma entrevista concedida ao Olhar Digital, o especialista, que possui doutorado em geofísica, enfatizou a importância dessa defesa para a manutenção da estabilidade ambiental a longo prazo. Ele salientou que essa proteção é vital porque o vento solar pode interagir com as camadas superiores da atmosfera, contribuindo, ao longo de períodos extensos, para a perda de partículas atmosféricas para o espaço. Assim, o campo magnético auxilia na preservação das condições que permitem a habitabilidade do planeta.

Hartmann também mencionou que a gravidade terrestre e as propriedades da própria atmosfera são essenciais para evitar um colapso imediato dos gases planetários. Contudo, em um cenário hipotético de ausência prolongada do escudo geomagnético, a interação contínua com o vento solar elevaria drasticamente a perda de partículas para o espaço. Este processo resultaria em uma modificação gradual da composição atmosférica terrestre ao longo de vastas escalas de tempo geológicas.

Além de reter a atmosfera em grandes escalas de tempo, o campo magnético diminui a exposição da infraestrutura espacial a partículas carregadas. Entretanto, essa proteção não é total; eventos de tempestades solares podem intensificar o fluxo de partículas energéticas, causando alterações no ambiente espacial e impactando o funcionamento de satélites e outros sistemas tecnológicos.

Tais ocorrências também perturbam a ionosfera, que é a camada eletrizada da alta atmosfera responsável por possibilitar as telecomunicações e a navegação. As flutuações nas camadas iônicas afetam a transmissão de sinais de rádio e de sistemas como o GPS, dificultando o cálculo preciso de rotas em receptores terrestres e gerando falhas operacionais em setores dependentes dessa tecnologia.

Na área específica da anomalia magnética, a vulnerabilidade do escudo terrestre permite que a radiação solar penetre em altitudes mais baixas. Esse aumento na exposição ao bombardeio magnético constitui um risco direto aos componentes eletrônicos dos satélites. Por essa razão, os operadores frequentemente implementam medidas de salvaguarda, como colocar instrumentos sensíveis em modo de segurança, dependendo das circunstâncias e da missão.

Desenvolvimento de modelos e novos sensores

Atualmente, cientistas do INPE estão focados em criar modelos confiáveis para prever o clima espacial e elaborar estratégias de proteção para os equipamentos espaciais. A iniciativa visa monitorar com exatidão a frequência da precipitação, a quantidade de elétrons e os diferentes tipos de partículas emitidas. O objetivo primordial é determinar detalhadamente como o comportamento dinâmico das tempestades geomagnéticas modifica essas trajetórias de queda sobre o território afetado.

As partículas carregadas permanecem retidas ao redor da Terra nos cinturões de radiação de Van Allen. Nesses cinturões, elas podem interagir com ondas eletromagnéticas conhecidas como ondas whistler, o que altera sua trajetória e pode facilitar a entrada de parte dessas partículas na atmosfera. Na região da SAMA, onde o campo magnético é mais fraco, esse mecanismo possibilita que as partículas atinjam altitudes menores.

A equipe do INPE planeja novos sensores projetados para resistir à radiação constante da zona sob influência da anomalia. Visto que a maioria dos satélites de baixa altitude carrega apenas instrumentos para monitoramento de clima superficial ou imagens de vegetação, é necessário conceber novas ferramentas tecnológicas do zero. Esses dispositivos serão responsáveis pelas medições requeridas para o estudo da anomalia.

Os novos aparelhos passarão por testes rigorosos em ambiente laboratorial antes de serem enviados ao espaço. Hartmann esclarece que os instrumentos têm como meta medir o fluxo de partículas carregadas, sobretudo elétrons, e aponta que o projeto do INPE encontra-se em estágio inicial, focado em cálculos e simulações preliminares. Ele acrescenta que a equipe está definindo os requisitos dos instrumentos e executando cálculos, simulações e testes para validar seu desempenho em condições de detecção, temperatura, radiação e funcionamento eletrônico, portanto, ainda não há uma data de lançamento estabelecida.

Plataformas de lançamento e importância estratégica

Existem missões espaciais já previstas para transportar os novos sensores brasileiros ao espaço. Entre as principais candidatas estão o CBERS (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres) e a missão Galileo, um projeto do INPE submetido à Agência Espacial Brasileira (AEB) para lançar um telescópio de observação solar. Ambas as plataformas estão sendo consideradas para testar os equipamentos em órbita.

O desenvolvimento desta tecnologia expande a capacidade brasileira de investigar diretamente o fenômeno e de criar instrumentos próprios para o monitoramento do ambiente espacial. Como a anomalia incide sobre o território nacional, Hartmann ressalta que o projeto confere ao Brasil uma oportunidade estratégica de mensurar diretamente o ambiente espacial ligado ao fenômeno. Essa qualificação reforça a autonomia dos pesquisadores e complementa os dados coletados por missões internacionais com medições realizadas diretamente na região da SAMA.

O campo magnético da Terra é gerado continuamente pelo movimento do ferro líquido no núcleo do planeta, localizado a cerca de 2.900 quilômetros de profundidade. Hartmann explica que, embora o campo terrestre possa ser simplificado como um grande ímã dipolar, ele possui componentes não dipolares complexos que geram áreas com comportamento distinto do previsto internamente.

Ele detalha que na região do Atlântico Sul, no topo do núcleo, existe uma configuração de grande relevância: extensas áreas de fluxo magnético com polaridade oposta à esperada para o campo principal. Essas estruturas, situadas na fronteira entre o núcleo externo e o manto, diminuem a intensidade do campo magnético observada na superfície. O pesquisador adverte que este fenômeno não está relacionado a formações geológicas na crosta ou no continente, mas sim a uma característica profunda do núcleo externo que acompanha a dinâmica geomagnética. Por isso, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul não deve ser interpretada como um 'buraco' ou falha do campo magnético terrestre, mas sim como uma característica natural e dinâmica do campo geomagnético.

Essas zonas de fluxo magnético inverso não permanecem fixas; elas evoluem e migram lentamente em direção ao oeste ao longo dos anos, influenciando o comportamento do campo até o sul da África. Devido a esse dinamismo que mantém a anomalia constantemente ativa, o monitoramento do clima espacial exige continuidade para proteger a infraestrutura tecnológica em órbita. Com o progresso dos estudos e o avanço dos sensores, a ciência brasileira busca compreender como a Anomalia Magnética do Atlântico Sul evolui e impacta o ambiente espacial, permitindo que os dados ajudem no planejamento de proteções para satélites e ampliem o saber sobre os efeitos das tempestades solares na região.

BMW lança edição especial R 1300 GS Adventure em Manaus por R$ 219.990
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BMW lança edição especial R 1300 GS Adventure em Manaus por R$ 219.990

A BMW Motorrad iniciou a comercialização da R 1300 GS Adventure 10Y Manaus, uma edição limitada que celebra o décimo aniversário da linha de montagem da fabricante alemã localizada no Polo Industrial de Manaus. Esta série especial será composta por apenas dez unidades, correspondendo a cada ano de funcionamento da fábrica, e seu preço é de R$ 219.990.

Este valor é superior em aproximadamente R$ 73 mil ao preço inicial da R 1300 GS Adventure, que está disponível a partir de R$ 146.990, conforme divulgado no site da marca. O lançamento foi apresentado durante o evento BMW Motorrad Fest 2026, que também comemorou os 103 anos da divisão de motocicletas do grupo.

Antes de ser oficialmente lançada, a motocicleta foi exposta ao público no Festival Interlagos, momento em que a empresa coletou opiniões de clientes e concessionárias. Com base nesses retornos, a BMW optou por incluir malas laterais no pacote, que possuem a mesma personalização da moto e mantêm a identidade visual do top case.

Esteticamente, a versão especial se distingue pelos gráficos aplicados em diversas partes, como o tanque, os painéis laterais, o protetor de cárter, os protetores das tampas de válvulas, o top case e as malas laterais. Além disso, cada uma das dez unidades carrega a inscrição “limited edition”, acompanhada de uma numeração de 01 a 10.

No aspecto mecânico, a grande trail preserva o motor boxer de dois cilindros de 1.3, que gera 145 cv e 15,2 kgfm. Um recurso notável é o Automated Shift Assistant (ASA), um sistema que controla eletronicamente a embreagem, permitindo ao condutor escolher entre trocas de marcha automáticas ou manuais via pedal. Em configurações normais do modelo, o câmbio automatizado só é oferecido em certas opções.

O conjunto tecnológico também engloba o ajuste eletrônico de suspensão Dynamic Suspension Adjustment (DSA), o controle de cruzeiro ativo (ACC), além dos avisos de colisão frontal e de mudança de faixa.

A unidade fabril em Manaus, inaugurada em 2016, é destacada pela BMW como a única do grupo fora da Alemanha dedicada integralmente à produção de motocicletas. Com uma área de cerca de 15 mil m² e capacidade para produzir até 17 mil motos anualmente, esta fábrica é responsável por 99% do portfólio da BMW Motorrad vendido no Brasil. Os modelos produzidos variam desde a G 310 R, a porta de entrada da marca no país, até a superesportiva S 1000 RR, abrangendo as famílias GS e RT, e a linha R 12.

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