Ford retorna ao WRC em 2028; Fernando Alonso confirma permanência na Fórmula 1 em 2027
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Ford retorna ao WRC em 2028; Fernando Alonso confirma permanência na Fórmula 1 em 2027

A Ford anunciou seu retorno ao Campeonato Mundial de Rali (WRC) com uma equipe de fábrica, marcando presença em 2028. Essa volta ocorre em parceria com a equipe M-Sport, sob a bandeira da Ford Racing. Já no próximo ano, a M-Sport competirá no WRC utilizando uma versão atualizada do Ford Fiesta Rally2.

Este será o primeiro retorno da Ford com uma equipe de fábrica formal no WRC desde 2012. Embora a marca já participasse da competição, os veículos anteriores eram inscritos por equipes privadas, sem o apoio técnico, financeiro ou administrativo oficial da fabricante. A colaboração com a M-Sport possui histórico, visto que a equipe foi responsável pelo programa oficial da Ford no WRC entre 1997 e 2012, conquistando títulos em 2006 e 2007 com o Ford Focus. A participação da Ford no Mundial de Rali abrange cinco décadas, tendo seu primeiro título em 1979 com o Escort RS1800, pilotado por nomes como Hannu Mikkola, Björn Waldegård e Ari Vatanen.

Mark Rushbrook, diretor global da Ford Racing, expressou satisfação com este novo capítulo, declarando: “Enquanto celebramos os 125 anos da Ford Racing, nosso legado de 50 anos no WRC se destaca como um dos nosso maiores orgulhos por sua ligação direta com os carros divertidos e empolgantes que saíram de lá. Mal podemos esperar para competir novamente nos ralis em 2028 e além”.

Em outras notícias, Fernando Alonso garantiu sua continuidade na Fórmula 1 em 2027 com a Aston Martin, ao lado de Lance Stroll. O piloto espanhol, que iniciou sua carreira em 2001, terá 46 anos na próxima temporada. Alonso mencionou que, apesar de ter considerado o GP da Espanha de 2026 como possível despedida, decidiu permanecer, acreditando em sua velocidade, determinação e no projeto da Aston Martin.

Sobre o mercado automotivo brasileiro, a Volvo decidiu abandonar o foco exclusivo em veículos elétricos e trará o SUV XC40 em versão híbrida para o Brasil. A mudança visa atender à demanda existente por tecnologias de combustão interna e híbridas. A versão híbrida leve (MHEV) deve chegar no primeiro semestre de 2027, conforme confirmado pelo presidente da marca, Marcelo Kronemberger. Este modelo utiliza um conjunto de 48 V acoplado ao motor 2.0 turbo a gasolina, auxiliando no cumprimento das normas locais de emissões e posicionando-se como uma opção de entrada abaixo dos modelos plug-in XC60 e XC90.

A linha Volvo também recebeu atualizações visuais e tecnológicas, incluindo grade, para-choques e capô redesenhados, faróis afilados e uma nova central multimídia de 11,2 polegadas com assistente de IA Google Gemini. O pacote de segurança foi aprimorado com novos sensores e câmeras, oferecendo recursos como visão 360° em 3D e alerta de abertura de portas para ciclistas.

A Ford também exibiu duas novas versões da Ranger, a Tremor e a PHEV flex, que serão fabricadas na Argentina em 2027. A Tremor será um intermediário entre as versões padrão e a Raptor, equipada com pneus mistos, acabamento robusto e um motor 2.3 EcoBoost turbo flex de aproximadamente 300 cv. Já a Ranger PHEV, que marca o retorno de um Ford com motor flex ao Brasil desde 2021, utilizará o 2.3 EcoBoost com motor elétrico integrado ao câmbio automático de dez marchas. A versão internacional da PHEV gera 281 cv e possui uma bateria de 11,8 kWh, permitindo rodar cerca de 43 km sem usar o motor a combustão.

Volvo XC40 híbrido voltará a ser vendido no Brasil (Repetição do tópico, mantendo o contexto)

A Volvo alterou sua estratégia, reconhecendo a persistência da procura por motores de combustão e tecnologia híbrida, em vez de acelerar a transição total para veículos elétricos.

A Ford, aproveitando os 65 anos de sua fábrica em General Pacheco, Argentina, mostrou a Ranger Tremor e a Ranger PHEV flex, ambas previstas para 2027. A Tremor incorpora o motor 2.3 EcoBoost turbo flex de cerca de 300 cv, sendo um meio-termo entre as Rangers tradicionais e a Raptor, focada em off-road. A Ranger PHEV, por sua vez, combina o motor 2.3 EcoBoost com um motor elétrico, capaz de percorrer cerca de 43 km apenas com a bateria de 11,8 kWh.

Jaecoo 5 chega por R$ 154.990 com 224 cv

O Jaecoo 5 já está disponível no Brasil em duas configurações: Comfort, por R$ 154.990, e Prestige, por R$ 179.990, valores válidos para o primeiro lote de 3.600 unidades. Posteriormente, os preços subirão para R$ 159.990 e R$ 184.990, respectivamente. Seu sistema híbrido une um 1.5 turbo a gasolina e um motor elétrico, operando com uma bateria de 1,83 kWh, resultando em 224 cv e 30,1 kgfm. O veículo atinge 100 km/h em 7,9 segundos, com consumo homologado de 15,5 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada, oferecendo autonomia combinada próxima a 800 km. Sendo um híbrido pleno, ele não requer tomada, sendo recarregado pelo motor e pela regeneração de frenagem. A versão Comfort já inclui rodas de 18 polegadas, ar-condicionado de duas zonas e multimídia de 9 polegadas com conectividade sem fio; a Prestige eleva o nível com tela de 13,2 polegadas, teto panorâmico, bancos dianteiros elétricos e ventilados, som Sony e pacote ADAS com 17 funções.

Por fim, a Toyota anunciou um investimento de US$ 1,34 bilhão (equivalente a R$ 6,95 bilhões) em sua unidade de Zárate, Argentina, para a chegada da nova Hilux. Este é o maior investimento da montadora na história da indústria argentina, impulsionado por incentivos fiscais locais. O cronograma de lançamento prevê o motor 2.8 turbodiesel de 204 cv no vizinho em 2026, seguido pela variante híbrida leve (MHEV) de 48V no primeiro semestre de 2027. A Hilux BEV, totalmente elétrica, será inicialmente destinada a frotistas e mineradoras, mantendo a estrutura de carroceria sobre chassi e a capacidade off-road, com 196 cv e bateria de 59,2 kWh.

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Novidades automotivas: BMW Série 3 a combustão, Fiat Argo X, Range Rover Sport elétrico e Porsche multimídia
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Novidades automotivas: BMW Série 3 a combustão, Fiat Argo X, Range Rover Sport elétrico e Porsche multimídia

O mercado automotivo recebeu diversas novidades, incluindo o lançamento do novo BMW Série 3 com motor a combustão, os primeiros vislumbres do Fiat Argo X, a versão elétrica do Range Rover Sport e uma atualização de multimídia da Porsche para modelos clássicos.

Novo BMW Série 3 com motor a combustão

Após pouco mais de seis meses da variante elétrica, a BMW apresentou o novo Série 3 com motor a combustão, identificado pelo código G50. Embora ambos sejam denominados Série 3 e compartilhem forte semelhança visual, eles utilizam plataformas distintas. A identidade visual segue o estilo Neue Klasse adotado pela fabricante, com faróis e lanternas padronizados.

O Série 3 a combustão possui um capô mais alongado, indicando sua base na plataforma CLAR II, uma evolução da arquitetura da geração anterior. A BMW destacou melhorias como alargamento das bitolas dianteira e traseira e uma direção revisada, tornando-a mais precisa e comunicativa. Em contraste, o modelo elétrico i3 é construído sobre a arquitetura NAx, a mesma utilizada no SUV iX3.

O design do veículo ocupa uma posição peculiar; embora os novos BMW raramente recebam aclamação unânime no lançamento, a tendência sugere que os entusiastas se habituem com o tempo. No entanto, o novo Série 3 carrega o peso do nome Neue Klasse, remetendo aos icônicos BMW 2002 dos anos 60, sem fazer referências visuais diretas, o que pode incomodar os puristas.

Por outro lado, o G50 alinha-se à tendência moderna da marca, apresentando linhas mais limpas e proporções mais equilibradas, eliminando vincos e dobras excessivos e a grade proeminente que foi alvo de críticas. Embora não possa ser classificado como feio, a crítica atual aponta para um caráter excessivamente genérico.

A dinâmica permanece sendo um ponto forte da BMW. No Série 3 G50, o destaque é o novo M350 xDrive, que ocupa o topo da linha a combustão na ausência de um novo M3. Este motor utiliza um clássico seis em linha de 3.0 litros turbo, complementado por um sistema híbrido-leve de 48 volts integrado ao câmbio automático de oito marchas. A potência alcança 443 cv, permitindo que o sedã acelere de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos.

Um recurso notável para os entusiastas é o sistema denominado “Drift Moment”. A BMW adaptou uma funcionalidade típica dos modelos M puros, permitindo que o sistema xDrive desconecte o eixo dianteiro, direcionando 100% da potência para as rodas traseiras para manobras laterais nas curvas.

Para o uso cotidiano, a versão 320 mantém o motor de quatro cilindros turbo de 2.0, também com assistência híbrida-leve, gerando 208 cv e acoplado ao câmbio de oito marchas. A marca também confirmou a existência de uma versão de entrada 318 com 154 cv para a Europa e prevê versões híbridas plug-in para o próximo ano.

Para acomodar essas motorizações, o ajuste do chassi foi especificamente desenvolvido para a plataforma a gasolina, incorporando uma geometria de suspensão dianteira dedicada, um conjunto traseiro multilink recalibrado e coxins mais rígidos em comparação com o modelo elétrico.

Internamente, as diferenças entre as versões elétrica e a gasolina são minimizadas, e a cabine abraça o minimalismo da linguagem Neue Klasse. O interior é dominado por um imponente display central curvo de 17,9 polegadas, focado no motorista, juntamente com um novo head-up display panorâmico. O sistema operacional é o BMW OS X, baseado em Android, prometendo atualizações contínuas e sinalizando o compromisso da BMW em reduzir botões físicos no painel.

Em termos de dimensões, o G50 sofreu um alongamento típico de transição de geração para reforçar sua presença na estrada. O sedã mede agora 4,76 metros de comprimento (5,2 cm a mais que o anterior), possui 1,85 m de largura e aumentou quase 1 cm na distância entre eixos, atingindo 2,88 metros.

A produção também foi segregada: enquanto o elétrico i3 será fabricado na sede histórica de Munique, toda a linha a combustão do novo Série 3 sairá das linhas de montagem de Dingolfing.

Considerando os aspectos positivos e negativos, a BMW conseguiu encontrar uma maneira inteligente de preservar a essência mecânica que consagrou o Série 3, sem negligenciar o que muitos consideram o futuro da indústria. Resta aguardar o lançamento do novo M3.

Fiat começa a revelar o Argo X

Até o momento, tudo o que se sabia sobre o Fiat Argo X, que pode ser o lançamento mais relevante da marca nos próximos meses, vinha de investigações jornalísticas e fotos não oficiais. Contudo, a fabricante ítalo-mineira finalmente divulgou os primeiros teasers com detalhes do veículo.

Os detalhes são limitados, consistindo apenas no emblema com uma tipografia quadrada e uma imagem em close do que parece ser o farol. Uma surpresa inicial é que a Fiat aparentemente manterá o farol pixelado do Grande Panda europeu, modelo que servirá de base para o Argo X. Esta não é uma solução estética comum e certamente não agradará a todos, mas é inegável que a Fiat preservará a tradição de incorporar elementos de design lúdicos e criativos, como ocorreu com o Novo Uno na década passada (embora este também não tenha tido aceitação universal).

É crucial notar que o Argo X deverá apresentar alterações estruturais significativas em relação ao modelo vendido no mercado internacional, visto que sua função aparente é substituir gradualmente o Argo atual na linha de entrada da marca. Isso reflete o padrão da Fiat de adaptar suas “versões nacionais”, simplificando motores e sistemas de suspensão para o mercado brasileiro, visando maior competitividade de preço.

É considerado certo que serão utilizados dois conjuntos mecânicos distintos, dependendo da versão. As configurações mais básicas devem empregar o conhecido motor 1.0 aspirado Firefly, de três cilindros e seis válvulas, que entrega 75 cv e 10,7 kgfm, acoplado a uma transmissão manual de cinco marchas. Já as versões mais caras poderão adotar o powertrain T200 Hybrid, equipado com sistema híbrido leve, produzindo 116 cv e 20,4 kgfm, sempre com caixa CVT simulando sete velocidades. Este motor é o mesmo utilizado no recém-lançado Jeep Avenger.

Espera-se que o Argo X chegue às concessionárias em breve, com projeções apontando para o último trimestre de 2026, embora os otimistas apostem no mês de outubro.

Alguém decidiu fazer o Prelude “Type R” que a Honda não fez

O retorno do Honda Prelude foi recebido com sentimentos mistos pela maioria dos entusiastas. Ver um clássico ressurgir é sempre positivo, e a Honda acertou no design do cupê lançado recentemente no Brasil. Contudo, o fato de ser um híbrido onde o motor a combustão não tem a função primária de propulsão das rodas não correspondeu totalmente às expectativas da comunidade, apesar de o Prelude ter tradição em servir como vitrine para novas tecnologias, como o sistema 4WS de esterçamento traseiro.

O que o Prelude realmente necessitava, segundo a comunidade, era de um motor a gasolina potente. É exatamente isso que a oficina californiana Throtl está providenciando. Eles adquiriram um Prelude novo, removeram toda a mecânica existente e estão instalando o conjunto motriz do Civic Type R. Uma observação para a Honda.

Embora o Prelude jamais tenha recebido uma versão Type R oficial — o que faz sentido dado seu histórico como grand tourer e não como esportivo puro —, a ideia é perfeitamente coerente. A nova geração já incorpora grande parte dos componentes de suspensão do Civic Type R e, seguindo a tradição da marca, é um carro muito bem ajustado para tração dianteira. Portanto, seria ideal que ele fosse equipado com um quatro cilindros turbo de 320 cv (o K20C1 do Type R) acoplado a uma caixa manual de seis marchas.

Essa possibilidade é reforçada pela arquitetura do Prelude, que é bastante similar à do Civic Type R. O painel corta-fogo é virtualmente idêntico no cupê e no hot hatch, e a maior parte dos periféricos foi mantida. Certamente houve modificações necessárias, como perfurar chapas metálicas para passagem dos cabos de transmissão e fabricar suportes personalizados para a carcaça da caixa de câmbio.

O veículo já está em movimento e a combinação do conjunto motriz está quase finalizada, mas ainda resta resolver questões elétricas e eletrônicas. Na fase inicial de testes, a ECU do Type R limitou o motor a 4.500 rpm, o que deve ser corrigido, no pior cenário, através de uma unidade programável.

De qualquer modo, a escolha de um exemplar branco é apropriada para concretizar o conceito de um Prelude Type R, incluindo o painel de instrumentos do Civic (que se encaixou com mínimas adaptações) e bancos revestidos em vermelho. A intenção da Throtl é montar o carro com aparência de fábrica, sem denunciar que se trata de um projeto customizado. Talvez assim a Honda possa se inspirar.

Range Rover Sport ganha versão elétrica de 550 cv

A Range Rover lançou a versão elétrica do Sport, que dispõe de dois motores, tração integral, e entrega 550 cv e 86,7 kgfm. Seu desempenho se aproxima do nível do V8, acelerando de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos. Apesar da eletrificação, a marca manteve os atributos que distinguem um Range Rover de qualquer SUV elétrico comum.

O Sport Electric mantém o uso de suspensão pneumática, esterçamento das quatro rodas e controle ativo de rolagem. Além disso, ele possui capacidade para transpor até 900 mm de água e enfrentar inclinações de até 45 graus. A carroceria também foi reforçada em 61% e o centro de gravidade foi abaixado em 73 mm em comparação com o Sport híbrido plug-in — o que representa uma vantagem significativa, considerando que o carro pesa aproximadamente 265 kg a mais que a versão V8.

O aumento de peso é atribuído à vasta bateria de 118,5 kWh, que opera com arquitetura de 800 volts e oferece autonomia de até 609 km no ciclo WLTP. Com um carregador de 350 kW, a Range Rover afirma que é possível recarregar de 10% a 80% em 22 minutos, ou recuperar cerca de 220 km em dez minutos.

Porsche lança multimídia para 911, Boxster e Cayman de 15 anos

Um aspecto que deteriora rapidamente nos veículos modernos é o sistema de multimídia. Um 911 com quinze anos, por exemplo, permanece rápido, belo e divertido, mas o uso do navegador original o transporta instantaneamente para 2011.

A Porsche resolveu essa questão expandindo o PCCM Plus, seu sistema oficial de multimídia para clássicos, para os modelos 911 997.2 e 991.1, assim como para os Boxster e Cayman 987.2 e 981, fabricados entre 2009 e 2016. O sistema conta com uma tela de sete polegadas, suporte sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, Bluetooth, Wi-Fi e navegação por satélite com atualizações via internet. O ponto mais importante é que ele se integra ao restante do veículo, mantendo os comandos do volante e exibindo navegação e música no painel de instrumentos.

GWM transforma Tank 300 em SUV mais robusto; Hyundai reduz potência de HB20 e Creta para menor IPI
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GWM transforma Tank 300 em SUV mais robusto; Hyundai reduz potência de HB20 e Creta para menor IPI

A GWM desenvolveu uma versão do Tank 300 focada em capacidades off-road pesadas e rock crawling, substituindo a suspensão dianteira independente por um eixo rígido. Este novo modelo, denominado Tank 300 Hooke Trail, baseia-se no Tank 300L com entre-eixos alongado, mas incorpora um eixo dianteiro rígido equipado com tubos de 80 mm, braços reforçados, barra Panhard e direção mais resistente. Assim, o veículo passa a utilizar eixo rígido tanto na frente quanto atrás, seguindo o padrão do Jeep Wrangler.

A GWM alega que esta nova suspensão elevou a rigidez do conjunto em 38%. Além disso, foi adicionada desconexão eletrônica da barra estabilizadora, possibilitando mais de 500 mm de articulação das rodas, juntamente com direção eletro-hidráulica e modos específicos para diversos terrenos. Em termos de performance, o veículo apresenta 41 graus de ângulo de ataque, 34 graus de ângulo de saída, 245 mm de distância ao solo e 850 mm de capacidade de imersão. De série, a suspensão suporta pneus de 35 polegadas, embora a GWM indique que pneus de até 40 polegadas podem ser utilizados mediante modificações.

Atualmente, o Hooke Trail é oferecido com um motor 2.0 turbo de 231 cv e 40,8 kgfm, acoplado a um câmbio automático de nove marchas e sistema 4x4 part-time com reduzida e bloqueios. No entanto, documentos chineses acessados pela imprensa europeia sugerem que uma versão futura poderá contar com um motor V6 3.0 turbo.

Em outra notícia, a Hyundai optou por reduzir a potência do motor 1.0 TGDI nos modelos HB20 e Creta da linha 2027. A potência cai para 115 cv, tanto com gasolina quanto com etanol, em comparação aos 120 cv alcançados com etanol anteriormente. O torque permanece inalterado, em 17,5 kgfm. Essa alteração foi motivada por questões fiscais, pois o novo IPI Verde passou a considerar a potência do motor no cálculo da alíquota, e a Hyundai ajustou o turbo para se enquadrar na faixa de 85 kW.

Outras novidades incluem o registro da picape elétrica Slate Truck no Brasil junto ao INPI. Esta picape, concebida pela startup Slate Auto, fundada por Jeff Bezos, possui um design minimalista e retilíneo. Com 4,43 metros de comprimento e capacidade de carga total de 635 kg, ela oferece autonomia de 240 km com suas baterias de 52,7 kWh, podendo chegar a 385 km com um kit opcional de 84,3 kWh. Seu diferencial reside na modularidade, permitindo a conversão de cabine simples em furgão ou SUV de cinco lugares.

Adicionalmente, a Volvo reconheceu ter exagerado na remoção de botões físicos e planeja reintroduzir comandos táteis em futuros lançamentos. Thomas Ingenlath, responsável pelo design da Volvo, afirmou que as telas devem ser usadas apenas onde são mais eficientes, defendendo que funções operacionais básicas não dependam de navegação por menus digitais, citando as câmeras Leica como referência de ergonomia.

No cenário de hipercarros, a McLaren testou seu MCL HY em Portimão, Portugal, com Lando Norris ao volante. O protótipo utiliza um V6 biturbo de 2,9 litros com sistema híbrido e demonstrou ser capaz de sair da pitlane utilizando apenas o motor elétrico. Norris completou 38 voltas no circuito, levantando especulações sobre sua preparação para o Campeonato de Endurance em 2027.

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