Lesão de Tony de Zorcy causa preocupação em Proteas antes dos jogos de teste após derrota no terceiro ODI
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Lesão de Tony de Zorcy causa preocupação em Proteas antes dos jogos de teste após derrota no terceiro ODI

A equipe Proteas sofreu uma derrota em campo úmido durante o terceiro ODI em Portqeefstream, e a lesão de Tony de Zorcy causou séria apreensão antes do início da série de testes.

Tour da Austrália na África do Sul

O batedor de meio de linha Tristan Stubbs novamente teve um desempenho insatisfatório quando o Proteas chegou à Austrália para o terceiro ODI em Portqeefstream. Os australianos, que sempre gostaram desta pitoresca cidade universitária desde a vitória de Ricky Ponting no Campeonato Mundial de 2003, demonstraram o melhor jogo da série de três partidas no North West Oval na quarta-feira, vencendo o Proteas por uma margem revisada de Duckworth-Lewis de 45 pontos.

Embora o jogo tenha sido 'morto' depois que a série foi concluída com a vitória do Proteas no ODI rosa na última domingo, e o técnico Shukri Conrad tenha feito cinco mudanças, incluindo o descanso do capitão Temba Bavuma antes da aguardada série de testes, os australianos provavelmente gostariam de considerar que as bases para o sucesso foram estabelecidas no mesmo lugar de muitos anos atrás, quando o Campeonato Mundial retornou à África pela primeira vez em 24 anos.

Os batedores de abertura da Austrália, Mitch Marsh e Travis Head, voltaram a ser agressivos, tomando o primeiro ataque da série depois que o vice-capitão Aiden Markram entrou em campo para os visitantes.

Resultado da Partida

A chuva foi um fator decisivo, permitindo que a Austrália vencesse o terceiro ODI por uma margem de 47 pontos (DLS). A série terminou com a vitória do The Proteas por 2–1. Embora não fosse o final desejado, a equipe conquistou a série e segue em frente, mudando o foco para a série de testes.

Marsh marcou seu segundo meio século consecutivo em apenas 33 bolas, acertando oito quartetos e dois sextos. Adicionaram-se mais 78 pontos em apenas 8,4 overs, totalizando 90 e 130 pontos em três partidas. Infelizmente, ambos os jogadores foram eliminados rapidamente: Corbin Bosch eliminou Head (24), e o spin destro Bjorn Fortuin foi responsável por Marsh (56), deixando a Austrália em 94/2.

Mesmo depois que Cooper Connolly (23) foi eliminado pouco depois por Jared Kotze, o meio de linha australiano não diminuiu após tais inícios promissores como nos dois ODIs anteriores. Isso é parcialmente explicado pelo impressionante jogo de Oliver Pick, de 20 anos, na posição nº 4, e pela ausência do arqui-rival da Austrália, Keshav Maharaj, que também foi deixado descansar.

Pick acumulou sólidos 48 pontos, mas o verdadeiro destaque foi o retorno à forma do goleiro/batedor Alex Carey (74), que alcançou seu primeiro meio século em mais de um ano. Além disso, Matt Renshaw também contribuiu com 30 pontos, e Cameron Green pegou 23 pontos, permitindo que a Austrália atingisse uma impressionante marca de 322/9.

Um excelente arremessador do Proteas foi Corbin Bosch com 4/60, enquanto ambos os seamers, Jared Kotze (2/61) e Lizzad Williams (2/48), pegaram dois wickets cada.

Meio Século de Ryan!

A perseguição do Proteas começou no pior cenário possível, quando Quinton de Kock foi pego em uma zona profunda sem nenhum ponto. Markram lutou para encontrar o ritmo em suas 16 bolas antes de receber um golpe ofensivo de Xavier Bartlett. É preocupante o fato de Markram ter jogado apenas 16 bolas em dois innings no meio da temporada antes da próxima série de testes.

Ryan Rickelton não prejudicou suas ambições mundiais, mostrando um resultado incompleto de 71 pontos em 81 bolas (5 quartetos, 2 sextos), mas o mesmo não se pode dizer de Tristan Stubbs, pois o destro não conseguiu marcar pontos no segundo jogo consecutivo. Da mesma forma, Matthew Britzke ficará desapontado por não ter conseguido converter dois inícios após seu século na primeira partida da série em Durban na semana passada.

No entanto, o que é notável é que, além da derrota que ocorreu quando os céus se abriram, deixando o Proteas em 154/4 após 28 overs, a equipe anfitriã agora enfrenta outro problema relacionado aos músculos da coxa, depois que Tony de Zorcy deixou o campo durante o jogo da Austrália e não pôde jogar. De Zorcy está na lista preliminar de 18 jogadores para a série de testes, mas sua participação na série, especialmente no primeiro jogo daqui a nove dias em Kingsmead, agora é duvidosa.

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Durante o terceiro ODI em Port Elizabeth, o jogador da equipe Proteas, Tony de Zorcy, sofreu uma distensão na panturrilha na partida contra a Austrália. Este incidente foi mais um caso da 'maldição da panturrilha' para o Proteas.

De Zorcy foi forçado a deixar o campo durante o jogo da Austrália no terceiro ODI, realizado em Port Elizabeth na quarta-feira. Ele foi excluído do restante deste jogo e agora está em dúvida sobre sua participação na próxima série de Testes de três partidas contra a seleção australiana.

A equipe visitante demonstrou um jogo significativamente mais forte na defesa. O capitão do Proteas, Aiden Markram, venceu o sorteio e decidiu começar o jogo pela Austrália após um atraso de 30 minutos causado pelo campo molhado. O capitão australiano Mitchell Marsh utilizou eficazmente a fase inicial, marcando seus 50 pontos em apenas 33 bolas, o que ajudou sua equipe a atingir a marca de 82/1.

O primeiro jogador a sair do jogo foi Travis Head, que marcou 24 pontos em 20 bolas, seguido por Marsh, cujo vídeo de apelação foi rejeitado. O momento da Austrália foi ainda mais prejudicado quando Cooper Connolly foi eliminado, deixando os visitantes com 118/3 no oitavo over.

Em seguida, o jogo seguiu o cenário habitual: os spinners do Proteas continuaram a pressionar. No entanto, a forte parceria de 73 pontos em 84 bolas entre o jovem Oliver Pick (48) e Alex Carey permitiu à Austrália manter o ritmo. A parceria adicional de 66 pontos entre Carey e Matt Renshaw (30) fortaleceu ainda mais a posição da Austrália.

No entanto, graças aos golpes regulares de Corbin Bosch (4/60), incluindo um golpe decisivo contra Carey em 74 pontos (88 bolas, 4 quartos, 2 sextos), os australianos conseguiram ultrapassar a marca de 300 pontos. Depois disso, Mitchell Starc adicionou um impulso fresco ao jogo com vários golpes potentes.

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Os Proteas, a equipe sul-africana, decidiram começar o jogo com a bola após a partida contra a Austrália em Portcheffsloot ser adiada em trinta minutos devido ao campo úmido no estádio North West University. O vice-capitão dos Proteas, Aiden Markram, tomou essa decisão depois que a equipe venceu o sorteio no terceiro e último ODI.

Turnê da Austrália na África do Sul

O rápido arremessador dos Proteas, Nkobani Mokoena, recebeu seu primeiro out na série contra a Austrália em Portcheffsloot na quarta-feira. Este foi o primeiro cenário na série em que os Proteas começaram o jogo com a bola, já que o capitão australiano Mitch Marsh venceu os dois sorteios anteriores e escolheu perseguir, o que foi infrutífero em ambos os casos.

O técnico Shukri Conrad declarou planos para fazer mudanças neste jogo 'morto', incluindo o jovem rápido arremessador Nkobani Mokoena na equipe pela primeira vez na série. Este será apenas o terceiro ODI para este jovem jogador após sua estreia durante a recente turnê na Namíbia. A inclusão de Mokoena é uma das cinco substituições na equipe que encerrou a série no domingo no Wanderers.

O capitão titular Temba Bavuma está descansando, e a liderança foi passada para Markram. Tony de Zorzi, Ryan Rickelton, Gerald Kotze e Corbin Bosch retornaram à equipe. Markram explicou sua decisão: 'Vamos jogar com a bola, há razões bastante óbvias. O tempo está um pouco instável, e o campo esteve sob cobertura durante a maior parte da manhã. Então, se algo for acontecer hoje, vamos abrir o jogo com a bola e esperar considerar as melhores opções mais tarde.'

Durante o ODI entre África do Sul e Austrália no JB Marks Oval em Portcheffsloot na quarta-feira, preparativos do campo estavam sendo realizados.

A equipe australiana também fez várias mudanças, incluindo Pat Cummins na equipe pela primeira vez na série. Mitch Marsh observou que, embora a série tenha terminado, ainda há muito potencial de desenvolvimento na equipe: 'É claro que é uma pena que a série tenha acabado, mas ainda há muito a ser jogado em nossa equipe, e há muitas áreas que precisam ser melhoradas, o que espero ver hoje.'

Marsh acrescentou que fizeram algumas mudanças forçadas, incluindo Pat Cummins, Mitchell Starc e Pick, e expressou esperança por um encerramento bem-sucedido da série.

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Em preparação para a Copa do Mundo de 2027, que será realizada em casa, e considerando o tempo limitado para definir o elenco, a seleção Proteas tem quatro especialistas competindo por dois lugares e meio fixos, se considerarmos o status de capitão de Temba Bavuma e o líder Aiden Markram.

Shukri Conrad declarou abertamente o desejo de dar 'a mesma chance a todos' de se estabelecerem no elenco para a Copa do Mundo. Isso significa que jovens jogadores, como Lhuandree Pretoria, Connor Esterhuizen e Jordan Herman, que impressionaram durante a recente turnê na Namíbia, podem participar da série subsequente no Bangladesh.

No entanto, no momento, Bavuma, Markram, Quinton de Kock, Ryan Rickelton e Tony de Zorzi estão disputando as três primeiras posições.

Fatores que influenciam o elenco

Um ponto complicado para todos, exceto talvez Conrad, é a decisão de De Kock de retornar ao formato ODI. Conrad enfatizou que considera o formato de 50 overs melhor para De Kock, e a experiência do veterano que retornou, juntamente com sua recente forma, o coloca próximo à escolha número um, incluindo a posição de goleiro.

Este único fator pode potencialmente substituir Rickelton, embora ele tenha participado da Copa do Mundo T20, onde jogou na terceira posição e foi o segundo maior pontuador do Proteas no torneio. Infelizmente, seus números em ODI não correspondem a esse nível. Após um século de estreia em ODI contra o Afeganistão em fevereiro, o canhoto marcou dois zeros consecutivos contra a Índia, e agora sua média é de 28 com o melhor desempenho de 35 pontos nos últimos 10 jogos ODI.

Ao contrário dele, os números de De Zorzi merecem muita atenção, apesar das constantes dúvidas sobre sua inclusão nos elencos ODI. Este canhoto com dreadlocks marcou 856 corridas com uma média de 40,76, incluindo dois meias-séculos nos últimos dois jogos. Conrad também observou que a versatilidade de De Zorzi, permitindo-lhe jogar em quase qualquer posição de 1 a 5, é muito útil como jogador reserva no elenco final de 15 pessoas para a Copa do Mundo.

Restam Bavuma e Markram, embora este último perca o jogo de abertura da série em Kingsmead.

Análise de desempenho dos jogadores

Bavuma alcançou grande parte de seu sucesso jogando na primeira posição em ODI desde seu século de estreia contra a Irlanda em 2016. O capitão tem uma média de 48,64 começando com nova bola em comparação com sua média de carreira geral de 42,39, e ele marcou quatro dos cinco seus séculos em ODI na posição mais alta.

No entanto, é mais provável que Bavuma desça para a terceira posição, e Conrad permitirá que Markram abra junto com De Kock. Os números de Markram em ODI — 37,03 jogando na abertura com apenas um século — não justificam totalmente tal dedicação. Na verdade, ele demonstrou um potencial muito maior na quarta posição, onde marcou três séculos e tem uma média mais modesta de 42,91.

Markram foi particularmente estável no meio do elenco durante a última Copa do Mundo na Índia, onde marcou um século — seu último, há 17 jogos — e três meias-séculos, atingindo uma média de 45,11 com um ritmo de 110,92.

No entanto, às vezes o treinador deve confiar na intuição, e Markram é definitivamente uma escolha desse tipo para Conrad, especialmente devido à sua capacidade de atuar em momentos decisivos, notavelmente na final do WTC em Lord's no ano passado, e por ser o maior pontuador da África do Sul na Copa do Mundo T20 deste ano, quando também lhe foi confiada a abertura.

As chances no topo parecem fechadas, mas grandes pontos de jogadores como Rickelton e De Zorzi contra uma equipe de alto nível como a Austrália podem mudar repentinamente a situação a seu favor.

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