Autor pede desculpas ao Bugatti Veyron, defendendo sua relevância histórica e engenharia
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Autor pede desculpas ao Bugatti Veyron, defendendo sua relevância histórica e engenharia

O autor expressa sinceras desculpas ao Bugatti Veyron, reconhecendo que, embora inicialmente fosse criticado por ser excessivo, pesado e caro, ele representa um feito de engenharia monumental.

Durante anos, muitos entusiastas questionaram a necessidade de um motor de dezesseis cilindros com quatro turbocompressores e tração integral para superar os 1.000 cv e os 400 km/h, argumentando que resultados semelhantes poderiam ser alcançados com menor complexidade, citando exemplos como os projetos de Gordon Murray.

No entanto, o texto defende que criticar o Veyron por sua megalomania é contraditório para um entusiasta, visto que apreciar carros implica reverenciar a engenharia, e a Bugatti, historicamente, não é tão hipócrita quanto os puristas sugerem.

Os modelos antigos da Bugatti, da era de Ettore e Jean, também eram extremamente luxuosos e caros, transformando capital em vitórias nas pistas, e o Veyron, na verdade, resgatou essa megalomania original.

O autor destaca que fazer um veículo leve acelerar é relativamente simples, mas fazer um

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