Spotify apresenta instabilidade e falhas de reprodução em diversos países
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Spotify apresenta instabilidade e falhas de reprodução em diversos países

Usuários que tentaram acessar o Spotify no início da tarde desta terça-feira, dia 29/09, relataram dificuldades de acesso. O serviço de streaming registrou instabilidade tanto nas aplicações móveis quanto nas versões para computador, afetando usuários em várias nações, inclusive no Brasil.

Embora muitos usuários consigam iniciar o aplicativo do Spotify, eles notaram que o conteúdo, seja música ou podcast, não estava sendo reproduzido. A execução do material só era possível se ele já tivesse sido previamente baixado no aparelho ou estivesse armazenado em cache.

Em outras situações, ao abrir o aplicativo, nada aparecia além de uma mensagem de erro, conforme ilustrado em uma captura de tela.

Conforme os registros do Downdetector, as reclamações sobre problemas no Spotify ganharam grande visibilidade nas redes sociais por volta das 11:00, horário de Brasília. Mesmo mais de duas horas após esse pico, persistiam inúmeras queixas sobre a ocorrência.

O próprio Spotify comunicou através da plataforma X uma mensagem informando estar ciente de certos erros em seu serviço e que a investigação do problema estava em andamento.

Alguns usuários tentaram resolver a questão removendo e reinstalando o aplicativo, mas sem sucesso. Isso ocorreu porque a falha não residia nos dispositivos dos usuários, mas sim nos servidores do Spotify. Além disso, alguns clientes que haviam deixado de usar o serviço não conseguiram realizar o login novamente.

Dado que a falha afeta o nível da plataforma, os usuários do Spotify ficam sem alternativa senão esperar pela restauração normal do serviço, embora a empresa não tenha fornecido um prazo para a conclusão do reparo.

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O Spotify anunciou nesta quinta-feira, dia 17 de setembro, a introdução do Spotify Partner Program no Brasil. Esta iniciativa, que já opera nos Estados Unidos, Europa e Austrália, será implementada gradualmente nos próximos meses.

O programa visa permitir que produtores de podcasts e videocasts brasileiros gerem receita através da própria plataforma, utilizando diversas fontes de rendimento. O modelo de monetização assemelha-se ao adotado por outras plataformas de streaming, como o YouTube.

Os criadores poderão receber compensações baseadas no tempo de escuta fornecido pelos assinantes ou pela exibição de publicidade automática para usuários gratuitos. Essa funcionalidade deve simplificar a obtenção de lucro para programas que, anteriormente, precisavam negociar diretamente com anunciantes. Adicionalmente, o Spotify disponibilizará ferramentas de gestão para esses criadores, enquanto testa uma funcionalidade para eliminar anúncios.

Além do Brasil, o Spotify Partner Program será estendido para mais de 35 países e territórios. Na América Latina, a expansão incluirá México, Colômbia, Chile, Peru, Equador, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. A chegada a esses novos mercados ocorrerá de forma progressiva ao longo dos próximos meses.

O Spotify Partner Program integra três métodos de monetização para os conteúdos participantes. Para se qualificar, os produtores devem possuir mil seguidores no Spotify e registrar duas mil horas de reprodução nos últimos 30 dias, além de terem lançado pelo menos três episódios.

De acordo com o Spotify, houve um aumento superior a um terço nos pagamentos mensais aos participantes desde que os requisitos de elegibilidade foram flexibilizados. Os videocasts incluídos no programa também apresentaram um crescimento médio de mais de 45% nas horas consumidas após o início da iniciativa.

Exemplos de sucesso incluem o podcast SOLVED, de Mark Manson, que conseguiu triplicar sua audiência no Spotify, e Mystery Mondays, de Bella Fiori, que começou a financiar causas sociais com os ganhos gerados pelo programa.

A novidade também altera a experiência dos assinantes que consomem podcasts em formato de vídeo. Nos programas que aderirem, o Spotify deixará de mostrar os anúncios dinâmicos inseridos automaticamente durante a reprodução. No entanto, os intervalos comerciais gravados pelos próprios apresentadores, incluindo os patrocínios acordados diretamente entre criadores e marcas, continuarão visíveis.

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