Arremessadora indiana Shri Charani estabelece novo recorde no ranking da ICC, ultrapassando Megan Schutt da Austrália
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Arremessadora indiana Shri Charani estabelece novo recorde no ranking da ICC, ultrapassando Megan Schutt da Austrália

A jovem arremessadora indiana Shri Charani alcançou um sucesso significativo no críquete internacional. No ranking de arremesso T20I feminino da ICC, Charani estabeleceu um recorde inédito entre as arremessadoras. Ela se tornou a arremessadora com o maior número de pontos de classificação na história do ranking T20I feminino, acumulando 817 pontos.

Charani superou o recorde da estrela australiana de arremesso, Megan Schutt. Schutt havia conquistado 806 pontos de classificação no ranking T20I feminino da ICC em novembro de 2018. A classificação atual de Charani está 11 pontos acima da dela.

Este sucesso histórico veio após uma brilhante atuação de Charani nos Jogos Asiáticos em Ichi-Nagoya em 2026. Na final dos Jogos Asiáticos, ela desempenhou um papel crucial contra o Sri Lanka, pegando 2 wickets e concedendo 13 corridas. A Índia venceu o Sri Lanka por 147 corridas, conquistando a medalha de ouro. Esta performance não apenas contribuiu para a vitória da Índia, mas também elevou seu ranking a um novo patamar, fortalecendo sua posição no críquete T20I feminino graças ao seu jogo consistentemente bom.

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Os jogadores indianos também se beneficiaram no ranking de batting. Smriti Mandhana, que marcou um impressionante meio século na final, subiu uma posição e entrou no top 5 do ranking T20I feminino de batting. Mandhana teve uma partida poderosa contra o Sri Lanka, marcando 79 corridas em 46 bolas, incluindo 5 boundaries e 7 sixes. Ela formou uma parceria de 99 corridas com Shafali Verma. Neste jogo, a Índia somou 216/3, o maior placar de equipe no críquete feminino dos Jogos Asiáticos até o momento. Richa Ghosh também ganhou com seu excelente jogo, subindo três posições e ocupando o 25º lugar, marcando 49 corridas sem ser dispelada em 22 bolas contra o Sri Lanka.

Na partida pela medalha de bronze, o Paquistão venceu o Bangladesh por 31 corridas. A capitã do Paquistão, Fatima Sana, marcou 45 corridas em 30 bolas, o que a fez subir quatro posições no ranking de batting, ocupando o 23º lugar. Aliya Riaz do Paquistão está na 64ª posição, e Gul Firoza está na 87ª. Shermin Akter do Bangladesh também teve um ganho significativo no ranking, saltando 10 posições e ocupando o 35º lugar. Nashra Sandhu do Paquistão retornou ao top 10 do ranking de arremesso, enquanto Nahida Akhtar do Bangladesh ficou em 29º lugar. Umm-E-Hani deu um grande salto de 58 posições, ocupando o 51º lugar. Kranti Gaude da Índia também subiu quatro posições, ocupando o 53º lugar.

No ranking ODI feminino, Hayley Matthews das Índias Ocidentais obteve uma vantagem significativa. Ao jogar uma partida de 182 corridas contra o Zimbábue, ela subiu três posições e ocupou o quarto lugar. A capitã do Zimbábue, Modester Mupachikwa, também alcançou o melhor de sua carreira, o 40º lugar, após uma impressionante partida, marcando 86 e 38 corridas nos dois primeiros jogos.

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A seleção feminina de críquete da Índia demonstrou novamente seu domínio no nível continental, conquistando seu segundo título de ouro consecutivo nos Jogos Asiáticos. Na terça-feira, na final, a equipe esmagou antigos rivais do Sri Lanka com uma pontuação de 147 corridas.

O ouro, conquistado pela equipe sob a liderança de Harmanpreet Kaur, foi o primeiro para a Índia neste torneio. A vitória foi garantida por um ataque brilhante que forçou o Sri Lanka a perseguir uma meta recorde de 217 pontos.

Smriti Mandhana jogou magnificamente, marcando 79 corridas em 45 bolas, e Richa Ghosh adicionou um golpe poderoso no final do over, levando a pontuação da Índia a 216 corridas em três wickets. Este foi o maior resultado na história dos Jogos Asiáticos.

Após atingir essa pontuação recorde, o resultado da partida tornou-se óbvio. Todas as esperanças do Sri Lanka estavam depositadas na capitã Chamari Athapaththu (29 corridas em 21 bolas), mas ela não conseguiu resistir aos indianos. O Sri Lanka capitulou, marcando apenas 69 corridas em todos os overs, o que ocorreu em 15.4 overs, pois os spinners indianos controlaram completamente o jogo contra o adversário.

Shafali Verma teve um jogo versátil, marcando 48 corridas e pegando 2.3 wickets, enquanto Dipti Sharma (3 wickets em 6 bolas) e Shree Charani (2 wickets) tradicionalmente ajudaram a equipe na final, que não foi um confronto equilibrado.

A Índia era considerada a clara favorita ao título e correspondeu às expectativas, obtendo três vitórias seguras ao longo de toda a competição. Assim como na Copa da Ásia no início do mês, o Sri Lanka se viu no papel de perdedor na final, incapaz de competir com seus conhecidos adversários.

O Paquistão conquistou a medalha de bronze, vencendo o Bangladesh com uma confortável margem de 31 corridas no mesmo dia. Como o cenário para o time feminino da Índia se desenrolou conforme o planejado, esperava-se que o time masculino também defendesse seu título.

A equipe aproveitou ao máximo as vantagens do powerplay após vencer o sorteio. Mandhana (79 corridas em 45 bolas) e Shafali (48 corridas em 29 bolas) levaram a equipe a uma pontuação de 59 sem perdas em seis overs. Ambas as batedoras estão em ótima forma desde a Copa da Ásia, contribuindo significativamente para o sucesso da equipe na final decisiva, construindo uma parceria de 99 corridas em 60 bolas. O fraco jogo do Sri Lanka com a bola permitiu que essas batedoras ditassem os termos do jogo, sendo ambas extremamente eficazes contra os spinners.

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A equipe feminina de críquete da Índia demonstrou novamente sua superioridade nos Jogos Asiáticos de 2026. Sob a liderança de Harmanpreet Kaur, em 22 de setembro (terça-feira), a equipe da Índia obteve uma vitória convincente sobre Sri Lanka na partida final, realizada no Korogi Sports Park, Nishin. A vitória foi alcançada com uma margem de 147 corridas.

Anteriormente, sob a gestão de Harmanpreet Kaur, a Índia conquistou a medalha de ouro nos Jogos Asiáticos em Hangzhou em 2022.

Na final, ao decidir bater primeiro após o sorteio, a equipe indiana teve um começo poderoso graças a Smriti Mandhana e Shafali Verma. As duas atletas formaram uma parceria no primeiro inning, somando 99 corridas em apenas 60 bolas.

Smriti marcou 79 corridas em 45 bolas, incluindo 5 boundaries e 7 fours. Enquanto isso, Shafali registrou 48 corridas em 29 bolas, incluindo 3 boundaries e 3 sixes. Durante esta partida, Smriti atingiu um marco histórico, tornando-se a primeira mulher no críquete internacional a marcar 11 mil corridas.

Embora a capitã Harmanpreet Kaur não tenha conseguido jogar uma grande partida, Richa Ghosh assumiu a responsabilidade pelo fechamento do jogo. Harmanpreet saiu com 19 corridas. Richa, por sua vez, demonstrou um jogo explosivo, permanecendo sem ser eliminada, e marcou 49 corridas em 22 bolas, que incluíram 6 boundaries e 3 sixes. Graças ao seu jogo agressivo, a Índia conseguiu somar uma impressionante pontuação de 216/3 em 20 overs, o maior placar na história do críquete feminino nos Jogos Asiáticos.

A equipe de Sri Lanka, que perseguia a meta, enfrentou um início extremamente desfavorável. Já nas primeiras 50 corridas, seis jogadores de Sri Lanka foram eliminados. A capitã de Sri Lanka, Chamari Atapattu, marcou o maior número de corridas — 29.

No final, toda a equipe de Sri Lanka foi eliminada, somando apenas 69 corridas. Assim, a Índia venceu esta partida final por uma margem de 147 corridas. Os jogadores da Índia demonstraram um desempenho notável como arremessadores. Dipti Sharma pegou o maior número de wickets — 3. Shafali Verma, Shree Charani e Shreyanka Patil receberam dois wickets cada.

Para Shafali, os Jogos Asiáticos de 2026 foram bem-sucedidos. Nas quartas de final contra o Japão, ela contribuiu tanto como batedora quanto como arremessadora. Na semifinal, ela teve uma partida histórica, marcando 100 corridas sem ser eliminada contra Bangladesh, o que ajudou a Índia a chegar à final. Na final, Shafali também teve uma partida rápida de 48 corridas e permaneceu sendo uma jogadora chave na campanha da Índia no torneio.

A Índia conquistou pela primeira vez a medalha de ouro no críquete feminino nos Jogos Asiáticos em 2023 em Hangzhou. Em 2026, a equipe da Índia competiu como campeã em exercício e novamente manteve seu título, chegando à final.

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Em particular, a equipe da Índia, sob a liderança de Harmanpreet Kaur, obteve uma vitória convincente sobre Bangladesh por uma margem de 114 pontos, conquistando assim um lugar na final. Agora, a equipe da Índia enfrentará o Sri Lanka pela medalha de ouro em 22 de setembro.

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