O lançamento do 14º voo de teste do foguete Starship, desenvolvido pela SpaceX, foi reagendado. Inicialmente previsto para a terça-feira passada (22), o evento foi movido para a segunda-feira (28), com cobertura ao vivo pelo Olhar Digital.
Diferente dos testes anteriores, que focavam em trajetórias suborbitais, esta nova missão visa estender o tempo de funcionamento da nave no espaço para avaliar sua durabilidade em órbita. A janela de lançamento de 75 minutos começa às 9h15, horário de Brasília, exigindo que a decolagem ocorra até as 10h30, visto que a rota necessária muda devido à rotação da Terra. Qualquer falha técnica ou fechamento da janela resulta no cancelamento da missão.
Para acompanhar este marco da exploração espacial, o público pode assistir à transmissão ao vivo no YouTube e nas redes sociais do Olhar Digital, a partir das 8h30, com a participação de Bruno Capozzi, editor-executivo do site, e do astrônomo Marcelo Zurita.
Em relação a Marte, dados obtidos pelo rover Perseverance, pertencente à NASA, indicaram que uma área na cratera Jezero sofreu alterações causadas pela água em, pelo menos, três ocasiões distintas, cada uma modificando a composição química e a aparência das rochas. Essa descoberta foi feita quando o rover alcançou a borda interna da cratera em setembro de 2023, na seção denominada “Margin Unit”, que acompanha a margem de um antigo lago marciano.
Adicionalmente, a Estação Espacial Chinesa, conhecida como Tiangong, recebeu um novo equipamento destinado à preparação de alimentos em órbita. Este dispositivo funciona como uma espécie de fritadeira a ar, utilizando ar quente, seguindo o princípio da tecnologia doméstica convencional, e já foi utilizado para cozinhar itens como asas de frango, bife e bolo.
Sobre questões ambientais, embora o dióxido de carbono (CO2) seja frequentemente apontado como o principal agente da crise climática e do aquecimento global, ele é, quimicamente e biologicamente, um componente essencial da atmosfera terrestre, desempenhando um papel crucial no equilíbrio térmico do planeta. O cerne do problema reside na magnitude e na velocidade das emissões geradas por atividades humanas.
A queima de combustíveis fósseis e os processos industriais em grande escala liberam uma quantidade de carbono superior à capacidade natural de absorção da Terra. Esse acúmulo excessivo aprisiona calor na atmosfera, resultando em mudanças climáticas globais, desregulação dos padrões de chuva e prejuízos à agricultura.
Como resposta a este desafio, cientistas e governos estão investigando soluções localizadas no subsolo brasileiro, cujas características geológicas singulares poderiam transformá-lo em um vasto reservatório seguro para o carbono, auxiliando na purificação atmosférica e na contenção do aquecimento global.
Projeções do Climate Impact Lab, vinculado à Universidade de Chicago (EUA), alertam que um episódio de Super El Niño pode levar a até 451 mil mortes extras relacionadas ao calor extremo mundialmente nos próximos meses. O Brasil figura entre os países com maior probabilidade de registrar fatalidades adicionais, com uma estimativa de 13,3 mil óbitos extras entre setembro de 2026 e fevereiro de 2027. O estudo prevê que as temperaturas médias globais em áreas terrestres podem exceder em cerca de 1,2 °C o nível normal nos próximos meses, e o número de dias de calor extremo pode aumentar em 44% em comparação com um ano típico.

