Porsche pode lançar novo supercarro com motor flat-8; McLaren renova logo inspirado no passado
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Porsche pode lançar novo supercarro com motor flat-8; McLaren renova logo inspirado no passado

A Porsche estaria desenvolvendo um novo supercarro equipado com um motor boxer de oito cilindros, uma configuração que a marca não utiliza desde o lendário protótipo 917. Este desenvolvimento surge após mais de uma década sem um modelo flagship dedicado, sendo o último, o 918 Spyder, produzido há 11 anos.

A publicação alemã Handelsblatt informou que o CEO da Porsche, Michael Leiters, apresentará os detalhes deste novo veículo durante o Capital Markets Day, agendado para 7 de outubro. O projeto, apelidado internamente de Porsche S1, faz parte da estratégia da companhia de focar em modelos a combustão para suas edições mais exclusivas, atendendo à preferência de seu público por veículos que utilizam gasolina.

Embora o projeto possa incorporar elementos do Porsche 911, é esperado que ele seja um veículo exclusivo. A recente venda da participação da Porsche na Bugatti injetou cerca de 1 bilhão de euros em caixa em Stuttgart, mas a empresa ainda possui despesas prioritárias.

McLaren altera seu logotipo com referências históricas

A McLaren realizou uma mudança no design de sua tipografia, inspirando-se nas origens de Bruce McLaren. O novo letreiro utilizado nos carros deriva da fachada do posto de combustível mantido pela família de Bruce em Auckland, Nova Zelândia. Este local foi o ponto de partida para as primeiras modificações feitas por Bruce McLaren em seu Austin Seven 1929, culminando em sua primeira vitória em Muriwai Beach.

Esta nova fonte, denominada “McLaren Sans”, foi previamente exibida no supercarro McL 6GT durante a Monterey Car Week, na Califórnia. Recentemente, a McLaren alterou a inscrição na traseira do veículo, substituindo “McL 6GT” por apenas “McL”. A fabricante esclareceu que outros símbolos icônicos permanecem em uso, como o pássaro kiwi Speedy, originário do primeiro escudo desenhado por Bruce, e o Speedmark, o emblema em formato de ‘C’ invertido.

A McLaren também enfatizou a importância de suas cores tradicionais — laranja, escolhido pelo fundador para destacar os carros na pista, além de azul, vermelho, bege e preto. Essa mudança reflete uma nova fase da marca, marcada por contrastes: enquanto o McL 6GT apresenta um V8 aspirado com câmbio manual, a empresa prepara um SUV para competir com modelos como Lamborghini Urus e Ferrari Purosangue, visando um apelo de maior volume.

Supercarro raro MCA Centenaire será leiloado

O MCA Centenaire, um supercarro notavelmente raro, será oferecido em leilão pela Broad Arrow Auctions. Idealizado no final da década de 1980 pelo italiano Fulvio-Maria Ballabio, ex-piloto de Fórmula 2 e CART, o veículo contou com o trabalho de especialistas como Carlo Chito, engenheiro com experiência na Ferrari e Autodelta, e Pierluigi Corbari, ex-diretor esportivo da Alfa Romeo.

Sua inovação residia no monocoque de fibra de carbono, sendo frequentemente citado como o primeiro carro de rua a empregar tal construção. O motor era um V12 de 5,2 litros, retirado do Lamborghini Countach 5000QV, que gerava 455 cv transmitidos às rodas traseiras por uma caixa manual de seis marchas ZF. Foram produzidos apenas cinco exemplares entre 1990 e 1992, e o carro em questão é o primeiro.

Adicionalmente, o MCA Centenaire foi o primeiro supercarro fabricado em Mônaco, e seu nome homenageia o centenário do Clube do Automóvel do principado. O carro participará da edição de 2026 do Zoute Concours Auction, que ocorrerá na Bélgica em 9 de outubro, com estimativa de valorização entre 900.000 e 1,2 milhão de euros.

Em outra notícia, a Dodge solicitou aos proprietários de 345 unidades do Demon 170 que suspendam o uso dos carros. A fabricante identificou um lote específico de amortecedores do virabrequim defeituosos nessas unidades, representando mais de 10% da produção total de 3.300. Segundo Matt McAlear, CEO da Dodge, o problema pode iniciar com ruídos anormais e, se ignorado, levar a uma “quebra catastrófica do motor”.

A Dodge está providenciando a substituição do componente e cobrirá os custos de transporte para o reparo. Curiosamente, esta ação está sendo tratada como um Aviso de Serviço ao Cliente, e não como um recall formal.

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A Cadillac iniciou suas operações comerciais no Brasil na quarta-feira, dia 16, introduzindo dois SUVs elétricos com valores elevados: o Lyriq, cotado em R$ 820.000, e o Vistiq, com preço de R$ 990.000.

Estes modelos estarão disponíveis inicialmente por meio de reservas, ou pré-vendas, nas cidades de São Paulo, Curitiba e Brasília, com previsão de início de entregas para novembro. O Lyriq chega na configuração Signature Luxury, equipado com dois motores elétricos, tração integral e 500 cv. Sua bateria de 95,7 kWh garante uma autonomia de 405 km pelo Inmetro e suporta carregamento rápido de até 132 kW. Seu interior conta com rodas de 22 polegadas, bancos com funções de aquecimento, ventilação e massagem, teto panorâmico, head-up display e sistema de som AKG com 19 alto-falantes.

O Vistiq, um SUV de três fileiras e seis lugares, possui dois motores, tração integral e entrega 604 cv. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos e oferece 395 km de autonomia segundo o Inmetro. Adicionalmente, este modelo inclui suspensão a ar, esterçamento das rodas traseiras, climatização de cinco zonas, visão noturna por infravermelho e um sistema AKG com 23 alto-falantes.

Inicialmente, o atendimento será realizado em três locais, operados pela Eurobike em São Paulo, Metrosul em Curitiba e Tecar em Brasília. Um terceiro veículo da linha, o Optiq, deve ser lançado no primeiro semestre de 2027 e terá um posicionamento abaixo do Lyriq. Os preços iniciais são considerados altos, e espera-se que a Cadillac mantenha um foco em baixo volume, aproveitando sua reputação de luxo da GM, apesar da crescente concorrência de marcas chinesas.

A Volkswagen revelou o modelo mais potente de sua linhagem GTI, que é o elétrico ID.3 GTI. Este representa o segundo veículo a bateria a ostentar a sigla lendária, sucedendo o ID. Polo GTI, lançado em maio com 226 cv e tração dianteira.

O ID.3 GTI eleva a performance, dispondo de 326 cv e 55,6 kgfm de torque. Essa potência supera em 1 cv a do Golf GTI Edition 50, que foi lançado no final de 2025 e possui 325 cv e 42,8 kgfm no motor 2.0 turbo TSI. O design incorpora elementos característicos do GTI, como emblemas, friso vermelho na frente e rodas exclusivas, além de um volante de base reta com marca vermelha e bancos com encostos em estilo concha e revestimento parcial em Alcantara.

Tecnicamente, o ID.3 GTI é essencialmente idêntico ao ID.3 GTX que circulava antes da reformulação em abril, utilizando a plataforma MEB da geração anterior, com bateria de 79 kWh no assoalho. Seu desempenho é o mesmo do GTX: 0 a 100 km/h em 5,6 segundos e velocidade máxima eletronicamente limitada a 200 km/h. No entanto, o ponto forte do ID.3 GTI é a autonomia, podendo percorrer até 601 km em condições ideais, e a bateria carrega de 10% a 80% em apenas 29 minutos.

O Rolls-Royce apresentou o Phantom Hummingbird, um sedã ultra-luxuoso construído sob a série «Architecture of Luxury Series II» da marca. Este veículo é movido por um V12 biturbo de 6,75 litros, gerando 570 cv e 91,8 kgfm de torque, permitindo atingir 100 km/h em 5,4 segundos, sendo esta a versão com maior distância entre eixos.

O diferencial deste exemplar reside no acabamento interno com madrepérola de abalone, um material obtido de moluscos, que exibe padrões marcantes de cores intensas e linhas escuras que variam conforme a incidência da luz. Diferente da madrepérola comum, a de abalone é mais frágil, e os artesãos da Rolls-Royce dedicaram nove meses para desenvolver a técnica correta de corte e posicionamento, um processo que consumiu 45 horas de trabalho.

O carro foi encomendado por um cliente de Dubai através da divisão Private Office, como um tributo à sua esposa. A homenagem incluiu padrões em formato de beija-flor nas mesas traseiras dobráveis e um padrão floral no painel vertical entre os assentos traseiros, chamado «Rear Waterfall». Cada pássaro foi composto por 53 fragmentos de abalone, e a decoração floral utilizou 84 fragmentos. Além disso, a silhueta de um beija-flor foi pintada à mão na carroceria. A Rolls-Royce justifica a escolha do beija-flor pelo efeito iridescente de suas penas, que remete às mudanças de cor do acabamento em abalone.

Embora o valor do exemplar exclusivo não tenha sido divulgado, é mencionado que um modelo na região de Dubai começa em 2 milhões de Dirhams, o que equivale a pouco mais de R$ 2,8 milhões.

A CAOA Changan lançou o CS55 nesta quarta-feira (16), visando competir com modelos como Jeep Compass e Toyota Corolla Cross. O veículo está disponível em três configurações, com preços que vão desde R$ 145.000 até R$ 190.000 na versão superior, que incorpora um sistema híbrido plug-in de 286 cv.

Este conjunto mecânico une um motor 1.5 turbo flex a um motor elétrico e uma transmissão específica para híbridos, resultando em 286 cv e 47 kgfm. A autonomia total declarada atinge 1.200 km com o tanque e a bateria cheios, embora a CAOA Changan ainda não tenha fornecido detalhes sobre a capacidade da bateria, o tempo de recarga ou a autonomia puramente elétrica.

As demais versões, Prime e Infinity, utilizam o motor 1.5 turbo flex de 180 cv e 29,2 kgfm, acoplado a um câmbio de sete marchas de dupla embreagem. A versão Prime custa R$ 144.990 e a Infinity, R$ 154.990. Ambas são fabricadas em Anápolis, e os valores apresentados são promocionais, sem data definida para o término da campanha.

Com 4,55 metros de comprimento, 2,66 metros de entre-eixos e um porta-malas de 525 litros, o CS55 se insere no segmento de SUVs médios. Ele também oferece recursos comuns no mercado chinês, como telas grandes, teto panorâmico, bancos elétricos com aquecimento e ventilação, câmeras de 540 graus, controle de cruzeiro adaptativo e assistentes de permanência e centralização em faixa. O destaque é o posicionamento do CS55 PHEV, que coloca 286 cv na faixa de preço das versões convencionais de Compass e Corolla Cross, competindo também com o Tiggo 7 da CAOA Chery.

Existe agora uma réplica em miniatura do Porsche 550, licenciada e desenvolvida com a colaboração da própria Porsche, destinada a entusiastas que ainda não podem dirigir o modelo original. Este brinquedo de luxo é denominado 550J e é produzido pela Hedley Studios, empresa especializada em réplicas em escala de carros clássicos de marcas como Aston Martin, Ferrari, Bugatti e Bentley.

O 550J replica o Porsche 550A, apresentado em 1956, que substituiu o chassi Volkswagen por uma estrutura tubular própria e utilizava um motor boxer a ar de quatro cilindros, 1,5 litro, com potência entre 110 e 135 cv. Na versão de brinquedo, a carroceria é feita de fibra de carbono, resultando em um peso de 330 kg. Um motor elétrico de 11 cv no eixo traseiro é suficiente para alcançá-lo até 40 km/h. Há também uma opção RS, equipada com motor de 22 cv e velocidade máxima de 80 km/h, que inclui amortecedores Bilstein e freios a disco perfurados.

Este item de luxo possui um custo elevado: a versão mais básica custa US$ 95.000, o que corresponde a quase R$ 490.000 na cotação atual.

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