Google lança Googlebook, linha de notebooks que integra Android, Gemini e IA para conectar celular e notebook
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Google lança Googlebook, linha de notebooks que integra Android, Gemini e IA para conectar celular e notebook

O Google revelou o Googlebook, uma nova categoria de notebooks desenvolvida em parceria com Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo. Cinco dos primeiros modelos já estão disponíveis para pré-venda, com faixas de preço variando entre US$ 899 (aproximadamente R$ 4.603) e US$ 1.299 (cerca de R$ 6.651).

Esta linha de dispositivos mescla a tecnologia Android com os princípios de desktop do ChromeOS, visando estreitar a conexão entre computadores e celulares. A experiência oferecida inclui funcionalidades de inteligência artificial baseadas no Gemini, recursos robustos de segurança e suporte a atualizações de software por um período de até dez anos.

A integração entre os aparelhos começa durante a configuração, permitindo que o usuário transfira para o Googlebook dados do celular, como senhas salvas, redes Wi-Fi e mensagens, tudo isso protegido por criptografia de ponta a ponta.

No uso cotidiano, o recurso Continue On possibilita que uma tarefa iniciada no telefone seja retomada no notebook. O Files simplifica a localização de fotos e arquivos guardados no dispositivo móvel. Além disso, o Cast My Apps permite transmitir aplicativos do celular para uma janela no notebook, possibilitando seu uso sem interromper o fluxo de trabalho.

A inteligência artificial é incorporada em diversas ferramentas voltadas para o dia a dia. Com o Magic Pointer, o usuário pode solicitar ao Gemini informações sobre o que está sendo exibido na tela, seja para organizar um calendário ou traduzir um trecho de texto. O Rambler converte a fala em conteúdo estruturado, como listas de tarefas ou anotações. Já o Create My Widget permite gerar widgets personalizados a partir de uma simples descrição em linguagem natural.

Os notebooks também suportam o Chrome para desktop, extensões e aplicativos da Play Store, incluindo softwares como Adobe Photoshop, Adobe Lightroom e CapCut. Para profissionais de desenvolvimento, foi incluído um terminal completo com acesso a ferramentas como Claude Code e Antigravity CLI.

A primeira geração do Googlebook compreende cinco modelos distintos. Estes aparelhos são construídos utilizando materiais como alumínio, fibra de carbono e liga de magnésio. Outros destaques incluem telas OLED com resolução de até 2,8K, teclados retroiluminados, Unidades de Processamento Neural (NPUs) com capacidade superior a 45 TOPS e autonomia de bateria de até 14 horas. A Glowbar, uma barra luminosa externa, sinaliza o nível de carga da bateria e interage com o Gemini.

Os notebooks serão disponibilizados nas lojas dos Estados Unidos a partir de 4 de outubro. Cada unidade acompanha 12 meses do Google AI Pro, que oferece 5 TB de armazenamento em nuvem, além de três meses de assinaturas do YouTube Premium e Adobe Photoshop, entre outros benefícios.

Em termos de segurança, a plataforma adota a arquitetura do ChromeOS, contando com o hardware Titan como sua raiz de confiança e mecanismos de detecção de malware diretamente no dispositivo. Um hipervisor pKVM certificado no nível 5 é utilizado para estabelecer um ambiente Linux isolado.

No caso específico do Acer Googlebook 14, o preço de US$ 899 corresponde ao «preço inicial de lançamento disponível por tempo limitado». A empresa ressalta que este valor pode ser revisto dependendo das condições de mercado e da oferta de componentes. Atualmente, não há previsão de comercialização desses produtos no Brasil.

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Um dos modelos apresentados é o Galaxy A17. Sua versão mais completa possui 256 GB de armazenamento e 8 GB de RAM, proporcionando maior fluidez para tarefas múltiplas e jogos. Este aparelho conta com uma câmera principal de 50 MP que captura imagens detalhadas, e sua tela de 6,7 polegadas é ideal para assistir vídeos e ler. Além disso, ele possui certificação IP54, garantindo resistência contra poeira e respingos.

Para usuários que buscam uma alternativa mais econômica do Galaxy A17, existe uma versão com 128 GB de armazenamento e 4 GB de RAM. Este modelo mantém a câmera de 50 MP e a tela grande de 6,7 polegadas, além da proteção IP54, sendo adequado para o uso diário sem onerar o orçamento.

Outra opção destacada é o Galaxy A57 5G, considerado o mais avançado da seleção. Ele incorpora conectividade 5G, uma câmera tripla com lente principal de 50 MP e estabilização óptica de imagem (OIS), complementada por uma câmera frontal de 12 MP com gravação em HDR. Seu display Super AMOLED de 6,7 polegadas proporciona cores vibrantes, e o selo IP68 assegura resistência à submersão em água.

Adicionalmente, o Galaxy A57 5G dispõe de NFC, funcionalidades baseadas em inteligência artificial e suporte a até seis atualizações do sistema Android, o que estende significativamente sua vida útil. É importante notar que promoções como estas podem sofrer alterações rápidas em estoque ou nas condições de venda.

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Gerenciar senhas pode ser complicado, motivo pelo qual existem gerenciadores de senhas. Contudo, mesmo com boas práticas, essas ferramentas podem gerar problemas ao tentar mover credenciais de um sistema para outro. Por essa razão, o Google anunciou uma atualização no Android para simplificar a migração entre gerenciadores de senhas.

A própria empresa ressalta que essa atenção é crucial, visto que a transferência de senhas entre diferentes gerenciadores frequentemente exige o download dessas informações em formato de texto não criptografado, o que deixa as combinações vulneráveis.

Com a implementação da nova metodologia, o Android realiza essa transição sem que as credenciais fiquem expostas. É necessário apenas que tanto o gerenciador de senhas de origem quanto o de destino sejam compatíveis com o mecanismo de transferência.

Segundo o Google, o processo inicial envolve acessar o novo gerenciador de senhas e localizar a opção de importação de credenciais. A ferramenta então delega essa função ao Android, que identifica os gerenciadores de senhas já instalados e exibe aqueles que suportam a transferência.

Após a seleção, o usuário deve seguir as instruções fornecidas. O sistema operacional executa a movimentação das senhas de forma rápida e segura, conforme afirma o Google. Além das senhas, esta nova capacidade também abrange a transferência de chaves de acesso (passkeys).

Atualmente, alguns gerenciadores de senhas são compatíveis com este recurso. O Google assegura que haverá suporte a outros gerenciadores em fases posteriores, embora não tenha especificado quais. Vale mencionar que o recurso de transferência de senhas exige a versão Android 8 ou superior.

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